Toda semana irei postar dicas de filmes de terror, antigos e atuais se vcs quiserem podem me dar dicas de filmes no comentario e se tiverem gostando comentem. Espero que gostem :D
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Filme da Semana #1: Horror em Amityville
Sinopse: O enredo narra o infortúnio da família Lutz, que se muda para uma casa
nos arredores de Amityville, em Nova York. O que eles não sabem é que,
um ano atrás, um adolescente matou sua família inteira naquela casa. 28
dias depois de se mudarem, os Lutz fogem do lugar e afirmam, em estado
de choque, que presenciaram uma série de eventos fantasmagóricos que os
obrigavam a sair do casarão… antes que fossem assassinados.
Toda semana irei postar dicas de filmes de terror, antigos e atuais se vcs quiserem podem me dar dicas de filmes no comentario e se tiverem gostando comentem. Espero que gostem :D
Toda semana irei postar dicas de filmes de terror, antigos e atuais se vcs quiserem podem me dar dicas de filmes no comentario e se tiverem gostando comentem. Espero que gostem :D
sábado, 25 de maio de 2013
O Espelho
Não posso mais guarda isso comigo. Já tentei falar para outras pessoas mas elas acham que estou ficando louco. Tempo atrás, durante um noite chuvosa, estava em casa, a luz de velas, a energia havia sido cortada devido a forte tempestade e a luz que clareava parte do meu quarto vinha dos trovões que lá fora cruzavam o céu. Sempre morei sozinha, nunca tive problema com isso…. até aquela noite.
Não sei o porquê, ou quem são, ou o que são mas eles apareceram em meio aos barulhos dos relâmpagos. Minha casa era coberta de espelhos, sempre gostei deles, talvez seja um pouco narcisista, mas gostava de ficar sempre frente ao espelho, observando minha própria imagem. E a minha imagem sempre me agradava, exceto naquela noite.
Era umas duas horas da manhã quando acordei com sede. Levantei e fui rumo a cozinha, atravessando o corredor. Passei pelo espelho e tive a impressão de não ter visto minha imagem. Voltei. Ela estava lá. Percebi que tinha uma marca vermelha no meu rosto e me aproximei do espelho para ver com maior facilidade. E vi! Mas não eu, quanto mais próximo do espelho, mais a minha imagem mudava e uma criatura deformada tomava o lugar. Era algo surreal. Corri para o quarto. Deitei, me escondi embaixo das cobertas. Nesse instante lembrei que o meu quarto estava cheio de espelhos. Fiquei atormentada e sustentei o dilema entre olhar ou não, até o dia clarear.
No outro dia, juntei todos os espelhos que encontrei e joguei no lixo. Passei um dia daqueles no trabalho por não ter dormido a noite. Cheguei em casa e não pensei duas vezes, fui direto para cama. No outro dia, quando fui pentear o cabelo, notei que não tinha mais espelhos na casa, também pudera, joguei todos no lixo. Mas eu precisava de um espelho agora. Lembrei que tinha um da mão guardado na caixa de bugigangas, que estava na dispensa. Peguei a caixa, abri e procurei o espelho. Quando achei, vi que tinha algo escrito nele, como se estivesse sido riscado pelo lado de dentro. Comecei a ler e a mensagem me atormenta até hoje. Estava escrito: “”Por favor traga os espelhos de volta, nós gostamos de te ver dormir.”
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Senhora da Janela
Adam
estava trabalhando reconstruindo um telhado em uma casa em Illinois.
Ele tirou essa foto com seu celular de seus colegas. A história que ele
me contou é que eles foram contratados por novos moradores para
reconstruir o telhado e o forro.
De
acordo com ele a senhora que morava ali tinha morrido faziam três
meses. Eles estavam trabalhando na casa vazia por dois dias e não tinham
visto ninguém por lá. Eu sei que a foto parece suspeita, mas Adam não é
do tipo que mente em relação ao sobrenatural.
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Você se lembra-se de mim?
Você lembra-se de mim? Você costumava me ver aos cantos da casa quando
era criança, na esperança que eu me afastasse. Eu sou aquele que fez sua
fé aumentar, de tanto você rezar para escapar, eu sempre vi você
dormir, e você sempre achando que um dia eu ia partir.
Em meio aos brinquedos espalhados ao chão, crianças levadas não são privilegiadas, seus choros, seus medos, seus pesadelos, todos com uma fonte em comum, não é por que você ficou mais velho que eu te abandonei. As luzes de lanternas fracas mostram minhas sombras pela casa, aos espelhos meu reflexo estampado, a parte escura da casa sempre meu lar, por que você não vem brincar? Eu prometo que você
irá adorar! Segure seu pequeno urso, talvez ele te proteja, acho difícil. Grite aos seus pais, eles não irão te ouvir. Chame seus irmãos, se algum deles estiver entre nós ainda. Você consegue ouvir meus passos? Você consegue ouvir minha respiração? Você pode sentir meu cheiro? Toda noite aqui para te aterrorizar, o arrepio em seu pequeno corpo, com diversos nomes e faces, mas os mesmos olhos vazios. Você pode correr nos cobertores se esconder, eu ainda estou a lhe ver. Sede? Vontade de ir ao banheiro? Oportunidades! Talvez eu consiga te alcançar, ou talvez em sua cama seus pés eu vá puxar, é melhor se cuidar… Pois eu vou estar lá…
Em meio aos brinquedos espalhados ao chão, crianças levadas não são privilegiadas, seus choros, seus medos, seus pesadelos, todos com uma fonte em comum, não é por que você ficou mais velho que eu te abandonei. As luzes de lanternas fracas mostram minhas sombras pela casa, aos espelhos meu reflexo estampado, a parte escura da casa sempre meu lar, por que você não vem brincar? Eu prometo que você
irá adorar! Segure seu pequeno urso, talvez ele te proteja, acho difícil. Grite aos seus pais, eles não irão te ouvir. Chame seus irmãos, se algum deles estiver entre nós ainda. Você consegue ouvir meus passos? Você consegue ouvir minha respiração? Você pode sentir meu cheiro? Toda noite aqui para te aterrorizar, o arrepio em seu pequeno corpo, com diversos nomes e faces, mas os mesmos olhos vazios. Você pode correr nos cobertores se esconder, eu ainda estou a lhe ver. Sede? Vontade de ir ao banheiro? Oportunidades! Talvez eu consiga te alcançar, ou talvez em sua cama seus pés eu vá puxar, é melhor se cuidar… Pois eu vou estar lá…
domingo, 19 de maio de 2013
Deep Web: Pedofilia #5
Eu irei dar um tempo nesses videos sobre a Deep Web, mais logo logo eu volto com mais alguns videos sobre a Deep Web..... Comentem se vcs estiverem gosto dos videos e histórias e se quiserem deem sugestões do que eu posso postar..... Bjuuuuusss e até a próxima minhas cobais do medo!!!
sábado, 18 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Deep Web: Cobaias Humanas. #2
Deep Web: Tortura e Bonecas Sexuais. #1
Hj eu trago um conteudo novo ao blog, Deep Web espero que gostem!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
A Ingreja de Satã
Embora
não seja tecnicamente uma sociedade secreta, a Igreja de Anton Lavey de
Satanás continua a ser uma ordem ocultista influente. Fundada em 1966, a
organização adotou o “Sigil do Baphomet” como seu emblema oficial.
De acordo com Anton Lavey, os templários adoravam Baphomet como um
símbolo de Satanás. Baphomet é destaque presente durante nos rituais da
Igreja de Satanás, com o símbolo sendo colocado acima do altar
ritualístico.
Na Bíblia Satânica, Lavey descreve o símbolo do Baphomet:
“O símbolo do Baphomet foi usado pelos Cavaleiros Templários para
representar Satanás. Através dos tempos este símbolo tem sido chamado
por muitos nomes diferentes. Entre elas estão: O Bode de Mendes, o Bode
de Mil Jovens, O Bode Preto, O Bode de Judas, e talvez o mais adequado, O
Bode Expiatório”.
Baphomet representa os Poderes das Trevas
combinados com a fertilidade generativa do bode. Na sua forma “pura” o
pentagrama é mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos
da estrela – três pontas para cima, duas pontas para baixo –
simbolizando a natureza espiritual do homem. No satanismo o pentagrama
também é usado, mas já que o satanismo representa os instintos carnais
do homem, ou o oposto da natureza espiritual, o pentagrama é invertido
para acomodar perfeitamente a cabeça do bode – seus chifres,
representando dualidade, que é voltado para cima em tom de desafio, os
outros três pontos invertidos, ou a trindade negada. As letras hebraicas
em torno do círculo exterior do símbolo, que são dos ensinos mágicos da
Cabala, soletram “Leviathan”, a serpente do abismo, e identificada com
Satanás. Estas figuras correspondem aos cinco pontos da estrela
invertida.”
O símbolo do Baphomet foi, provavelmente,
fortemente inspirado por esta ilustração de Guaita’s La Clef de la Magie
Noire (A Chave para Magia Negra).
domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Ickbarr Bigelsteine
Quando
eu era pequeno, eu tinha muito medo do escuro. Eu ainda tenho, mas
quando eu tinha mais ou menos seis anos, eu não conseguia passar uma
noite inteira sem chorar até que um dos meus pais viessem ao meu quarto
para olhar de baixo de minha cama ou dentro do meu armário por qualquer
monstro que fosse que estivesse escondido esperando para me comer. Mesmo
com abajur, eu continuava a ver vultos
se deslocando pelo meu quarto, ou rostos estranhos me observando pela
janela do meu quarto. Meus pais davam o seu melhor para me consolar, que
era apenas um pesadelo ou uma ilusão da luz, mas na minha cabeça
infantil eu estava certo que no segundo que eu adormecesse, as coisas
malvadas viriam me pegar. Na maioria das vezes eu apenas me escondia de
baixo das cobertas até ficar tão cansado que caía do sono, mas de vez em
sempre eu entrava em pânico com tanto vigor que eu ia correndo e
gritando até o quarto de meus pais, acordando meu irmão e minha irmã no
processo. Depois dessas situações, não tinha jeito de ninguém ter uma
noite inteira de descanso.
Eventualmente, depois de uma noite traumatizante em particular, meu pais tinham tido o suficiente. Infelizmente para eles, eles entendiam a futilidade de argumentar com uma criança de seis anos de idade e sabiam que eles não conseguiriam me convencer de me livrar dos meus medos infantis pela razão ou pela lógica. Eles tinham que ser espertos. Foi ideia da minha mãe costurar um amiguinho para dormir comigo.
Ela juntos vários pedaços aleatórios de tecido e junto com sua máquina de costura ela criou o que eu chamaria posteriormente de Sr. Ickbarr Bigelsteine, ou apenas Ick para encurtar. Ick era um monstro de meia, como minha mãe o chamava. Ele era bastante assustador, tenho que admitir. Honestamente, olhando para trás agora eu estou impressionado que minha mãe conseguiu criar algo tão estranho e perturbador. Ickbarr tinha as suas costuras fazendo-o parecer um gremlin Frankenstein, com grandes olhos de botão branco e orelhas caídas de gato. Seus pequenos braços e pernas eram feitos de pares de meia listrado branco e preta da minha irmã, e metade de seu rosto era verde feito das meias de futebol do meu irmão. Sua cabeça podia ser descrita como em forma de lampada, e sua boca era um pedaço de pano branco costurado em zig zag para formar algo que parecesse com dentes afiados. Eu o amei de primeira.
De começo, Ick nunca saia de perto de mim. Muito menos depois do escurecer, é claro. Ick não gostava do sol, e ficava chateado se eu tentava leva-lo à escola comigo. Mas estava tudo bem, eu precisava dele somente a noite para manter o bicho-papão longe, no que ele era muito bom. Então toda a noite, Ick me falava onde os monstros estavam escondidos, e eu o colocava no local que ele tinha indicado, perto dos monstros. Se algo estava no armário, Ick bloqueava a porta. Se era uma criatura negra arranhando minha janela, Ick ficava contra o vidro. Se era uma gigante besta peluda de baixo da minha cama, então de baixo da cama ele ficava. As vezes os monstros não estavam nem no meu quarto. As vezes eles estavam escondidos nos meus sonhos, e Ickbarr tinha que entrar dentro dos meus pesadelos. Era divertido trazer Ick para meu mundo dos sonhos, ele passava horas lutando com demônios e fantasmas. A melhor parte era, que nos meus sonhos, Ick podia falar comigo de verdade. "O quanto você me ama?” Ele perguntava. "Mais do que qualquer coisa no mundo." Eu o falava sempre. Uma vez em um sonho, depois de eu ter perdido meu primeiro dente, Ick me pediu um favor.
"Posso ficar com seu dente?”
Eu perguntei porque ele o queria.
"Para me ajudar a matar as coisas ruins." Ele disse.
Na manhã seguinte na hora do café, minha mãe perguntou aonde meu dente tinha ido. Pelo o que ela tinha dito, a fada do dente não o tinha encontrado debaixo do meu travesseiro. Quando eu falei para ela que eu tinha dado para Ickbarr, ela apenas deu os ombros e voltou a alimentar minha irmãzinha. Daí em diante, toda vez que eu perdia um dente, eu o dava para Ickbarr. Ele sempre me agradecia, claro, e me dizia que me amava. Eventualmente, eu parei de ter dentes de leite, e comecei a ficar um pouco velho para ficar brincando com bonecos. Então Ick estava na minha prateleiras de livros empoeirada, perdendo minha atenção lentamente.
Entretanto, com o tempo, meus pesadelos ficaram piores. Tão ruins que eles começaram a me seguir no mundo real, me aterrorizando em cada canto escuro ou escondidos em arbustos. Depois de uma noite ruim voltando de bike da casa de um amigo meu, eu jurei que um bando de cachorros raivosos estavam me caçando, e eu voltei para casa para achar uma coisa estranha me esperando em meu quarto. Lá, em minha cama, de pé com um brilho suave da lua batendo em si, estava Ickbarr. De primeira achei era apenas meus olhos pregando outra peça em mim, era noite, então eu tentei ligar a luz. Liguei e desliguei no interruptor várias vezes mas a escuridão permanecia. Foi aí que comecei a ficar nervoso.
Eu recuei vagarosamente tentando sair pela porta atrás de mim, meu olhos nunca deixando a sombra da silhueta de Ick, minha mão desjeitosamente atrás da minhas costas tocando a batente da porta. Eu estava pronto para sair correndo dali quando ouvi a porta batendo e fechando, me trancando na escuridão. No nada além de sombras e silêncio, eu fiquei travado no mesmo lugar, não conseguia nem respirar. Por quanto tempo eu não sei dizer, mas depois do que eu achei ser o tempo de uma vida,eu ouvi um som, uma voz familiar.
"Você parou de me alimentar, então porque eu devia te proteger?”
"Me proteger do que?”
"Deixe-me te mostrar."
Eu pisquei uma vez, e tudo tinha mudado. Eu não estava mais no meu quarto, eu estava em outro.... lugar. Não era o Inferno, mas não era muito diferente disso. Era tipo uma floresta, um lugar horrível, de dar pesadelos onde partes de embriões abortados eram pendurados nas copas das árvores, e o chão era infestado de insetos carnívoros. Uma grossa névoa flutuava no ar com um fedor de carne podre, enquanto raios carregados cruzavam o céu da noite. Ao longe eu conseguia ouvir o grito agonizante de algo não humano. Minha cabeça pulsava como se fosse explodir, a dor me forçando meus olhos chorar como cachoeiras. Na minha mente, eu ouvia a voz dele novamente.
"Isso é o que sua realidade se tornaria sem mim."
Eu senti a terra tremer enquanto sentia pegadas se aproximando rapidamente.
"Eu sou o único que pode parar isso."
Estava atrás de mim agora, enorme e raivoso, o respirar quente na minha nuca.
"Me de o que eu preciso, e eu vou."
Eu acordei antes de poder me virar.
No dia seguinte eu invadi o armário de meus país procurando pelos dentes de leite da minha irmãzinha, e dei todos para Ickbarr. Quase imediatamente as noites de terror acabaram, e eu conseguia mais ou menos continuar com minha vida normalmente. De tempos em tempos eu tinha que ir no quarto da minha irmãzinha e roubar o que era destinado à fada do dente, ou estrangular o gato de algum vizinho e arrancar os pequenos dentes incisivos. Qualquer coisa para me manter longe das visões, qualquer coisa entre dentes tubarão arrancados de um colar ou dentes de animais pequenos. Eu também comecei a notar que Ick passeava no meu quarto quando eu o deixava por qualquer período de tempo, reorganizar minhas coisas e cobria algumas coisas. Ele estava até começando a parecer mais realista, de alguma forma. Na luz certa seus dentes pareciam brilhar, e ele era quente ao toque. Por mais que ele me assustava, eu não conseguia juntar coragens de simplesmente destruí-lo, sabendo perfeitamente bem em que situação isso me deixaria. Então eu fui na coleta de dentes por Ick por toda a escola e na faculdade. Quanto mais velho eu fico, mais coisas que eu temo, mais dentes são necessário para Ick me manter seguro.
Agora tenho 22 anos, com um trabalho decente, meu próprio apartamento, e um conjunto de dentaduras. Faz quase um mês desde a última refeição de Ick, e o terror está começando a me cercar novamente. Eu tomei um desvio para a garagem depois do trabalho nessa noite. Encontrei um homem atrapalhado com sua chave do carro. Seus dentes estavam amarelados de uma vida inteira de café e cigarros. Mesmo assim, eu tive que usar um martelo para arrancar os molares. Quando voltei para meu apartamento, ele estava me esperando. No teto, na quina da parede. Dois olhos brancos e dentes de navalha.
"O quanto você me ama?” Ele perguntou.
"Mais do que tudo" Eu falei, tirando meu casaco.
"Mais do que tudo no mundo."
Eventualmente, depois de uma noite traumatizante em particular, meu pais tinham tido o suficiente. Infelizmente para eles, eles entendiam a futilidade de argumentar com uma criança de seis anos de idade e sabiam que eles não conseguiriam me convencer de me livrar dos meus medos infantis pela razão ou pela lógica. Eles tinham que ser espertos. Foi ideia da minha mãe costurar um amiguinho para dormir comigo.
Ela juntos vários pedaços aleatórios de tecido e junto com sua máquina de costura ela criou o que eu chamaria posteriormente de Sr. Ickbarr Bigelsteine, ou apenas Ick para encurtar. Ick era um monstro de meia, como minha mãe o chamava. Ele era bastante assustador, tenho que admitir. Honestamente, olhando para trás agora eu estou impressionado que minha mãe conseguiu criar algo tão estranho e perturbador. Ickbarr tinha as suas costuras fazendo-o parecer um gremlin Frankenstein, com grandes olhos de botão branco e orelhas caídas de gato. Seus pequenos braços e pernas eram feitos de pares de meia listrado branco e preta da minha irmã, e metade de seu rosto era verde feito das meias de futebol do meu irmão. Sua cabeça podia ser descrita como em forma de lampada, e sua boca era um pedaço de pano branco costurado em zig zag para formar algo que parecesse com dentes afiados. Eu o amei de primeira.
De começo, Ick nunca saia de perto de mim. Muito menos depois do escurecer, é claro. Ick não gostava do sol, e ficava chateado se eu tentava leva-lo à escola comigo. Mas estava tudo bem, eu precisava dele somente a noite para manter o bicho-papão longe, no que ele era muito bom. Então toda a noite, Ick me falava onde os monstros estavam escondidos, e eu o colocava no local que ele tinha indicado, perto dos monstros. Se algo estava no armário, Ick bloqueava a porta. Se era uma criatura negra arranhando minha janela, Ick ficava contra o vidro. Se era uma gigante besta peluda de baixo da minha cama, então de baixo da cama ele ficava. As vezes os monstros não estavam nem no meu quarto. As vezes eles estavam escondidos nos meus sonhos, e Ickbarr tinha que entrar dentro dos meus pesadelos. Era divertido trazer Ick para meu mundo dos sonhos, ele passava horas lutando com demônios e fantasmas. A melhor parte era, que nos meus sonhos, Ick podia falar comigo de verdade. "O quanto você me ama?” Ele perguntava. "Mais do que qualquer coisa no mundo." Eu o falava sempre. Uma vez em um sonho, depois de eu ter perdido meu primeiro dente, Ick me pediu um favor.
"Posso ficar com seu dente?”
Eu perguntei porque ele o queria.
"Para me ajudar a matar as coisas ruins." Ele disse.
Na manhã seguinte na hora do café, minha mãe perguntou aonde meu dente tinha ido. Pelo o que ela tinha dito, a fada do dente não o tinha encontrado debaixo do meu travesseiro. Quando eu falei para ela que eu tinha dado para Ickbarr, ela apenas deu os ombros e voltou a alimentar minha irmãzinha. Daí em diante, toda vez que eu perdia um dente, eu o dava para Ickbarr. Ele sempre me agradecia, claro, e me dizia que me amava. Eventualmente, eu parei de ter dentes de leite, e comecei a ficar um pouco velho para ficar brincando com bonecos. Então Ick estava na minha prateleiras de livros empoeirada, perdendo minha atenção lentamente.
Entretanto, com o tempo, meus pesadelos ficaram piores. Tão ruins que eles começaram a me seguir no mundo real, me aterrorizando em cada canto escuro ou escondidos em arbustos. Depois de uma noite ruim voltando de bike da casa de um amigo meu, eu jurei que um bando de cachorros raivosos estavam me caçando, e eu voltei para casa para achar uma coisa estranha me esperando em meu quarto. Lá, em minha cama, de pé com um brilho suave da lua batendo em si, estava Ickbarr. De primeira achei era apenas meus olhos pregando outra peça em mim, era noite, então eu tentei ligar a luz. Liguei e desliguei no interruptor várias vezes mas a escuridão permanecia. Foi aí que comecei a ficar nervoso.
Eu recuei vagarosamente tentando sair pela porta atrás de mim, meu olhos nunca deixando a sombra da silhueta de Ick, minha mão desjeitosamente atrás da minhas costas tocando a batente da porta. Eu estava pronto para sair correndo dali quando ouvi a porta batendo e fechando, me trancando na escuridão. No nada além de sombras e silêncio, eu fiquei travado no mesmo lugar, não conseguia nem respirar. Por quanto tempo eu não sei dizer, mas depois do que eu achei ser o tempo de uma vida,eu ouvi um som, uma voz familiar.
"Você parou de me alimentar, então porque eu devia te proteger?”
"Me proteger do que?”
"Deixe-me te mostrar."
Eu pisquei uma vez, e tudo tinha mudado. Eu não estava mais no meu quarto, eu estava em outro.... lugar. Não era o Inferno, mas não era muito diferente disso. Era tipo uma floresta, um lugar horrível, de dar pesadelos onde partes de embriões abortados eram pendurados nas copas das árvores, e o chão era infestado de insetos carnívoros. Uma grossa névoa flutuava no ar com um fedor de carne podre, enquanto raios carregados cruzavam o céu da noite. Ao longe eu conseguia ouvir o grito agonizante de algo não humano. Minha cabeça pulsava como se fosse explodir, a dor me forçando meus olhos chorar como cachoeiras. Na minha mente, eu ouvia a voz dele novamente.
"Isso é o que sua realidade se tornaria sem mim."
Eu senti a terra tremer enquanto sentia pegadas se aproximando rapidamente.
"Eu sou o único que pode parar isso."
Estava atrás de mim agora, enorme e raivoso, o respirar quente na minha nuca.
"Me de o que eu preciso, e eu vou."
Eu acordei antes de poder me virar.
No dia seguinte eu invadi o armário de meus país procurando pelos dentes de leite da minha irmãzinha, e dei todos para Ickbarr. Quase imediatamente as noites de terror acabaram, e eu conseguia mais ou menos continuar com minha vida normalmente. De tempos em tempos eu tinha que ir no quarto da minha irmãzinha e roubar o que era destinado à fada do dente, ou estrangular o gato de algum vizinho e arrancar os pequenos dentes incisivos. Qualquer coisa para me manter longe das visões, qualquer coisa entre dentes tubarão arrancados de um colar ou dentes de animais pequenos. Eu também comecei a notar que Ick passeava no meu quarto quando eu o deixava por qualquer período de tempo, reorganizar minhas coisas e cobria algumas coisas. Ele estava até começando a parecer mais realista, de alguma forma. Na luz certa seus dentes pareciam brilhar, e ele era quente ao toque. Por mais que ele me assustava, eu não conseguia juntar coragens de simplesmente destruí-lo, sabendo perfeitamente bem em que situação isso me deixaria. Então eu fui na coleta de dentes por Ick por toda a escola e na faculdade. Quanto mais velho eu fico, mais coisas que eu temo, mais dentes são necessário para Ick me manter seguro.
Agora tenho 22 anos, com um trabalho decente, meu próprio apartamento, e um conjunto de dentaduras. Faz quase um mês desde a última refeição de Ick, e o terror está começando a me cercar novamente. Eu tomei um desvio para a garagem depois do trabalho nessa noite. Encontrei um homem atrapalhado com sua chave do carro. Seus dentes estavam amarelados de uma vida inteira de café e cigarros. Mesmo assim, eu tive que usar um martelo para arrancar os molares. Quando voltei para meu apartamento, ele estava me esperando. No teto, na quina da parede. Dois olhos brancos e dentes de navalha.
"O quanto você me ama?” Ele perguntou.
"Mais do que tudo" Eu falei, tirando meu casaco.
"Mais do que tudo no mundo."
terça-feira, 7 de maio de 2013
Mansão Macabra
Segundo
a historia, o senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam
era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem
escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as
sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se
acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes
que ficavam trancados para o uso apenas
dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma
anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha
seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho
emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o
reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior
do espelho). Nancy era uma garota tímida, porém, muito sorridente,
entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e
queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções,
trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era
pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar.
Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy
tentou reagir às agressões a que era submetida, dando um golpe com sua
boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a
garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota
derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas
palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja"... Semanas
depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos,
morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a
morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas
morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho,
muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Jeff o Assassino e Janne a Assassina! CreepyPasta!
Será que Jeff encontrou uma parceira?? Será?? SHHHHHHH GO TO SLEEP!!
Jeff esta de volta! CreepyPasta
Olá minhas cobais hj eu trago mais um video de Jeff o Assassino espero que gostem..... Ahh e oq é aquilo atras de vc.... Shhhhh go to sleep!
domingo, 5 de maio de 2013
Jeff o Assassino. CreepyPasta!
Hoje teremos a CreepyPasta Jeff The Killer: O Assassino... Tomarem que gostem minhas cobais do medo!
sábado, 4 de maio de 2013
Videos....
Pessoal nesse final de semana só irei postar videos do canal AmbuPlay , pq eu estou na casa da minha tia e as histórias e imagens que eu tenho ficou tudo no outro computador na minha casa então me desculpem.... Mais eu prometo que os videos que eu postar serão muito legais! Então bjuuuuuuss e fui!
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