Segunda: Contos / Terça: Desafiando o Medo / Quarta: Videos / Quinta: Filme da Semana / Sexta: DeepWeb / Sábado: CreepyPasta / Domingo: Jogos de Terror /
Essa programação iniciara domingo, espero que gostem dessa programação....E boa noite seres humanos malignos e tenham ótimos pesadelos muahahahahahaha
Sinopse: Freddy Krueger (Robert Englund), o carniceiro de Springwood, assassinou
dezenas de crianças. A população, tomada por uma total revolta, fez
justiça com as próprias mãos e Freddy foi queimado vivo. Isto não
impediu que ele continuasse praticando crimes, pois voltava através dos
sonhos dos jovens e fazia atrocidades ainda maiores. Os moradores de
Springwood resolveram fazer com Freddy algo que o deixou mais irritado
que ter sido mandado para o inferno: o condenaram ao esquecimento. Todas
as menções sobre sua existência foram apagadas e os jovens que ficaram
mais traumatizados com suas macabras aparições foram mandados para um
sanatório, onde tomavam uma droga experimental, Hypnocil, que os impedia
de sonhar, o que impedia que Krueger agisse. Isto faz com que ele perca
as forças gradativamente. Tentando se vingar, Freddy manipula alguém
que estava com ele no inferno: Jason Voorhees ((Ken Kirzinger). Freddy o
manda aterrorizar os jovens da Elm St., assim a cidade pensará que ele
voltou. Seu plano não acontece como o planejado, pois Jason começa a
matar todas as “crianças de Freddy” e isto realmente o enfurece. Mas
quando Jason descobre que Freddy o usou, um confronto entre os dois se
torna inevitável.
Gente desculpem por não postar esse dias foi pq eu tava estudando para as provas, mais já passou, hj voltarei com a programação normal do blog.
Há
alguns anos atrás, um casal do Estado de Oklahoma, EUA, decidiram tirar
uma noite de descanso. Resolveram sair para jantar na cidade. Como eles
eram pais de duas crianças e as leis americanas são rígidas em relação
ao abandono de menores, eles chamaram sua babá de maior confiança.
Quando a babá chegou, os pequenos já estavam dormindo. Então a babá se sentou perto delas e verificou se
tudo estava bem. Mais tarde nessa noite ela ficou com tédio e foi ver
TV, mas ela não conseguiu ver na sala porque não havia TV a cabo (os
pais não queriam que as crianças ficassem vendo qualquer coisa na TV).
Então ela ligou para os pais e perguntou se ela poderia ver TV no quarto
do casal. Obviamente, os pais permitiram, mas a babá tinha um pedido
final…. ela perguntou se poderia cobrir a estátua de anjo que estava no
quarto das crianças com alguma toalha ou cobertor, porque ela a deixava
nervosa. O telefone ficou em silêncio por um momento, e o pai que estava
no telefone com a babá falou desesperado:
”..Leve as crianças para fora de casa agora!!! Nós estamos chamando a polícia! Não temos nenhuma estátua de anjo!”
A polícia achou os três corpos dos ocupantes da casa mortos depois de
cinco minutos da chama. Nenhuma estátua foi encontrada. Nenhum vestígio
de invasão. Nenhuma evidência, exceto que as vítimas morreram por causa
de golpes com um objeto perfurante. O caso não foi solucionado e acabou
virando uma lenda urbana.
Fazia tempo que eu não colocava #LIVEDOTERROR aqui no blog, espero que gostem dessa live, se vcs estiverem gostando do que eu posto aqui no blog comentem a sua opinião do que eu posso postar, criticas elogios e etc.... SHHHHHHH GO TO SLEEP!
Um dia minha mãe e meus tios foram se
aventurar, tiveram a ideia de entrar em uma igreja mal assombrada, de
oito irmãos dois não quiseram ir, eles falaram que a igreja não existia
que você a imaginava, que ali era só um terreno,
mas eles queriam ir assim mesmo. Quando anoiteceu, era umas 19h00min
horas da noite, eles foram a tal igreja, no meio do caminha já
conseguiam avista-la, e quanto mais andava ela ficava mais longe ainda,
num certo momento eles chega à igreja, um dos meus tios foi da uma de
corajoso, ao pisar no primeiro degrau da escada se paralisou, não
conseguia se mexer, foi nessa hora que a porta da igreja começou a abrir
e fechar, as janelas faziam barulhos, e vozes cantavam musicas macabras
todos correram, e o meu tio que estava paralisado conseguiu correr...
No dia seguinte eles votaram no mesmo local e viram que não havia igreja
nenhuma e que os 2 irmãos tinham razão, nunca mais eles fizeram isso.
Sinopse: Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças
fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem
notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem
explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj
Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e
tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe
algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade
invisível, que chamam de “Mama”. Lucas e Annabel não sabem se acreditam
nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na
casa
Desculpem por não postar semana passada um filme foi pq não tive tempo :P Desculpem msm, mais espero que gostem :D
"Ao
ouvir isso, senti meu coração parar de bater, um gelo na espinha… Roger
saiu da casa, ouvi o barulho da porta do carro batendo e o carro saindo
em disparada. Pensei: “Meu Deus, isso não pode ser verdade, porque eu
tive que me meter nessa historia.” Esperei um tempo e sai da casa. Fui
embora correndo, com medo daquele maníaco voltar. Cheguei em casa e minha
mãe vem ao meu encontro e diz: “Filho, a mãe do Sandro ligou e
perguntou dele. Você sabe alguma coisa?” Com medo da reação de minha
mãe, não falei nada, apenas disse que não sabia de nada. Voltei para meu
quarto e não parava de pensar em tudo o que tinha acontecido. Sandro
estava morto, brutalmente assassinado e eu era o próximo. Fui ler como
seria a próxima morte. “15ª morte: a vítima terá que ser assassinada no
dia 15 de outubro.” Fiquei com mais medo ainda, hoje é dia 14 de
outubro…
Estava desesperado, mas acabei cochilando. Acordei com
um barulho imenso em minha casa. Alguma coisa caindo no chão, algo
pesado. Abro a porta do meu quarto devagar e ouço passos na sala. Já
comecei a pensar no pior. Roger descobriu onde eu moro e veio aqui me
matar. Ouço a porta do quarto de minha mãe abrindo e ela chama: “Filho, é
você? O que você derrubou?
Mas o pior estava para acontecer.
Minha mãe vai andando pelo corredor e de repente grita bem alto. Ocorre
um barulho de algo batendo, ela grita e cai no chão. Alguém matou minha
mãe. Continuo ouvindo passos, mas dessa vez, como se eles estivessem
vindo em direção ao meu quarto. Deitei correndo em minha cama, e peguei
debaixo do meu travesseiro, um canivete que comprei em uma viagem havia
uns dois anos. Abri a faca do canivete e escondi debaixo da coberta. Em
milésimos de segundo, comecei a pensar na minha morte, como seria, se
iria doer, se eu não ia sentir, se eu veria alguém do outro lado. Os
passos chegaram em frente a porta do meu quarto e pararam. Fingi que
estava dormindo, então ouço a porta do meu quarto abrindo bem
devagarinho. Os passos agora mais suaves, mas igualmente pesados, vinham
mais devagar em direção a mim. Mas se fosse mesmo Roger, ele só poderia
me matar amanha. Mas não tinha percebido que já se passavam da meia
noite. Quando senti que Roger se aproximou, não pensei duas vezes,
avancei em direção ao seu pescoço, como uma fera selvagem e com o
canivete na mão, fiz um corte de orelha a orelha em seu pescoço. Roger
cambaleou alguns passos para trás e caiu, agonizando no chão. Em seus
últimos sinais de vida, Roger desenhou um estranho símbolo no chão com
seu sangue. Era igual ao símbolo da capa do livro. Quando ele terminou,
seu braço tombou de lado, já sem vida. Poucos segundos depois, quando
achei que tudo tinha acabado, o pior aconteceu. O símbolo que Roger
desenhou no chão, não era um símbolo qualquer. Após alguns segundos de
seu falecimento, o símbolo que ele desenhou, começou a brilhar bem
forte. De repente essa luz vem em minha direção e me atinge, jogando meu
corpo contra a parede e me fazendo cair na cama…
Duas semanas
depois, enquanto passava O jornal Nacional, vem a noticia: Jovem de
apenas 23 anos, mata a mãe e o amigo e desaparece. A polícia suspeita
que ele usava drogas e participava de rituais de magia negra, pois em
seu quarto foi encontrado um livro que ensinava como evocar espíritos.
Até agora ninguém tem notícias do rapaz, a única pista que a policia
tem, é o tal livro. Nossa repórter conseguiu com exclusividade, entrar
no local onde ocorreram os assassinatos.
A repórter começou a
mostrar o quarto onde ocorreram os assassinatos, e a câmera foca
exatamente o livro citado na chamada da notícia. O livro estava no chão,
aberto em uma pagina que estava escrito: “Após a morte da ultima
vítima, o espíritos malígno possuirá o corpo do assassino.”
Até hoje a ninguém sabe o que aconteceu com o jovem rapaz…
O que
será que uma adolescente fazia com um livro com esse símbolo? Ao abrir,
tinha um recado escrito com letras bem garranchosas: “Siga tudo, passo a
passo, ou o ritual não funcionará.” E com outra letra, bem diferente
dessa, mas também bem feia tinha um nome: “Roger Silva”.
Ouvi passos e percebi que era a mãe de Lia que voltava, escondi o livro na cintura da calça. Queria muito ler seu conteúdo e descobrir quem era esse tal Roger. Bebi a água e me despedi da pobre moça.
Sai da casa e virei à esquina, assim que dei mais alguns passos, liguei
para Sandro e falei sobre o livro. Ele pediu para eu ir à sua casa para
verificarmos. Quando ele viu a letra do recado na contracapa, ele
reconheceu a letra e o nome. Era do faxineiro da escola, e seu nome era
Roger.
Dessa vez, eu que comecei a pensar se deveria mesmo
continuar essa investigação, afinal, não era mesmo da polícia nem era
parente nem nada da adolescente. Sandro disse que ia conversar com esse
Roger. Peguei o livro e fui para minha casa, para lê-lo com mais calma e
entender o que aconteceu. Era noite já quando comecei a ler o tal
livro. Falava muitas coisas sobre rituais satânicos, espíritos e coisas
do gênero. Uma das passagens do livro me intrigou. Falava de uma certa
forma de invocar espíritos malignos. Era um texto pequeno, mas muito
assustador. Nele, a pessoa tinha que matar 15 pessoas, mas cada uma de
um jeito em específico. Uma pessoa tinha que morrer afogada em uma lagoa
no inverno, outra pessoa deve sofrer um “acidente” de carro. Uma pessoa
tinha que ter 34 anos e ser loiro. Cada um com seus detalhes descritos.
Mas as três ultimas me deixaram com medo. “A 13ª morte tinha que ser
uma criança de 16 anos, oriental, e deveria ser estuprada e ter seu
corpo queimado. A 14ª morte tinha que ser um rapaz jovem, forte e
matá-lo a golpes de facão”. Quando li essas duas mortes, comecei a ligar
as coisas. O tal Roger, estava tentando invocar o algum espírito
maligno e estava próximo de conseguir. Quando lembrei que Sandro disse
que iria até sua casa para conversar com ele, fiquei desesperado. Peguei
meu celular e tentei ligar pra ele. Caixa postal… Fui até a casa de
Roger, toquei a campainha e nada. Gritei seu nome e nada. Quando na casa
vizinha, aparece uma senhora na janela e diz: “Ele saiu tem pouco
tempo. Parecia que ia viajar, jogou umas malas no carro e saiu.”
Perguntei: “Tinha mais alguém com ele?” ela respondeu: “Eu reparei que
chegou um rapaz ai por volta de 1 hora atrás. Mas não vi o saindo não. E
olha que fiquei o tempo todo olhando a rua.”
Comecei a ficar
com mais medo, liguei mais uma vez para o celular do meu amigo e mais
uma vez, caixa postal. Gritei seu nome e nenhum sinal. Desesperado,
pulei o portão e fui em direção à porta. Bati e ninguém respondeu.
Gritei mais uma vez e nada. Tentei abrir a porta e ela estava aberta.
Abri devagar, com medo de estava por vir. Quando entrei, me deparei com a
cena que não queria ver. Meu amigo estava jogado no chão, sem vida. Ele
foi brutalmente assassinado. Havia sangue por todos os lados. Entrei em
desespero não sabia o que fazer. Peguei o celular para avisar a
policia, mas quando apertei o primeiro numero, vi que parou um carro na
frente da casa. Um homem desceu. Era alto e porte atlético, cabelos
grisalhos, barba por fazer. Ele veio em direção a casa. Quando a vizinha
o chama: “Senhor Roger, teve um rapaz aqui procurando o senhor tem
poucos minutos.” Ele responde: “Vai dormir, velha fofoqueira. Fica o dia
inteiro nessa janela e não faz porra nenhuma da vida.” Ele voltou a
caminhar em direção a casa. Olhei para os lados ainda meio atordoado com
a cena, e fui me esconder atrás do sofá. Ele entrou na casa e reclamava
consigo mesmo: “Cacete, onde deixei o livro? Falta apenas uma morte.
Preciso ver se tem mais alguma coisa depois da ultima morte. Aquela
vagabundinha que matei semana passada mexeu nas minhas coisas na escola.
Será que ela o pegou? Esse cara aqui devia saber alguma coisa. Ele e
aquele amigo curioso. Ele será a ultima pessoa que vou matar, depois
disso, meu ritual estará completo.”
Depois
de assistir tantos filmes, ler livros, assistir animes sobre esse
assunto, ficamos curiosos e resolvemos investigar a sala do ocorrido.
Sandro conseguiu ter acesso aos arquivos dos alunos da escola. Aquela
sala sempre foi de ensino médio, então começamos a consultar os arquivos
da escola para descobrir se tinha algo relacionado. A escola era muito antiga,
então teve muitos alunos. Consequentemente, levamos certo tempo nessa
procura. Achei os documentos de 3 alunas orientais do ensino médio. Mas
uma nos chamou a atenção. Nunca vou esquecer seu nome. Lia Sadako
Yamamura. Ela estudava naquela sala e lembrava muito a menina das
imagens das câmeras. Era uma adolescente muito bonita, de cabelos
grandes e negros. Tinha boas notas e nenhuma reclamação anotada.
Como estava ficando tarde e a escola já ia fechar, fomos embora. Mas
antes de sair, conversamos com o diretor, e enchemos o saco dele para
deixar agente ficar com uma copia da ficha daquela aluna. Claro que o
diretor não deixou, mas antes de pedir, tiramos uma cópia escondida. Fui
para minha casa e Sandro foi para casa dele. Mas continuamos nossa
investigação, nos comunicando pela internet. Enquanto Sandro estava onde
ela morava, eu tentava descobrir alguma noticia de morte ou
desaparecimento de alguma aluna daquela escola. Olhando na internet,
achei em um site de pessoas desaparecidas. Segundo informações, ela
estava desaparecida há alguns dias, foi para a escola, mas não retornou.
Sandro verificou a ficha da escola e eu o endereço onde ela morava.
Pedi para ele me passar para que eu pudesse ir até lá. Sandro começou a
me questionar se deveríamos mesmo continuar com essa investigação,
afinal, não éramos da policia nem nada da garota. Mas eu estava muito
curioso para saber toda a verdade, então fui até a residência de Lia
mesmo assim. Por sorte era na mesma rua da escola. Uma casa humilde e
com muitos traços orientais na sua estrutura e seu interior. Toquei a
campainha e apareceu uma senhora. Falei que era colega de Lia e queria
algumas informações sobre o desaparecimento. A senhora me convidou para
entrar. Disse que era mãe de Lia, se chamava Yoko.
Yoko disse
que ela desapareceu, foi para escola e não voltou mais, não ligou, não
deu nenhum sinal de vida. Yoko disse que chegou a ligar para algumas
amigas dela, mas nenhuma delas sabe ou teve notícias de Lia. Perguntei
se Lia já tinha sumido assim, mas recebi uma resposta negativa: “Nunca,
Lia sempre foi atenciosa, carinhosa e gentil. Se ela demorasse 1 minuto
pra chegar em casa, ela ligava e avisava.” Falou que Lia era uma
adolescente alegre, adorava estudar. Contou que Lia sonhava em ser
modelo e que começaria um curso ainda esse ano. Perguntei sobre o dia
que ela desapareceu e ela me disse que na mesma semana, seu
comportamento mudou. Ela estava quietinha, não queria sair, mesmo com
seu aniversário chegando. Pedi para ir ao quarto de Lia e sua mãe
deixou. Seu quarto era típico de uma adolescente de sua idade. Cd´s,
ursinhos de pelúcia, livros, fotos com as amigas, etc… Mas uma coisa me
chamou a atenção, era um livro em sua estante. Tinha uma capa escura, de
couro e um desenho estranho em traços dourado em sua lateral. Como
queria ler seu conteúdo, saber que livro era aquele, pedi para sua mãe
pegar um copo de água para mim (apenas para disfarçar, queria mesmo era
ver aquele livro). Quando ela saiu, peguei o livro e percebi que era um
livro antigo, não dava para ler seu título, pois as letras já tinham
descascados. Mas tinha um desenho logo abaixo do nome, que mesmo
descascado, deu para reconhecer o que era.
Sempre
tenho a sensação que nunca estou sozinho, mesmo quando estou em casa
“sozinho”, assistindo um filme, no vídeo game. Até durante o dia, vejo
sombras no corredor, mas acho que são apenas as plantas da vizinha se
mexendo com o vento. Acho…
Mas a história que vou relatar, não foi uma simples sombra que eu vi. Foi algo um pouco pior.
Estava voltando do
curso a noite, por volta de 23h30min. Vou de metro, e depois pego
lotação da estação até a esquina da minha casa. Do ponto até em casa,
levo menos de 5 minutos. Mas hoje eu digo que foram os 5 minutos mais
terríveis da minha vida, desejaria que nunca tivesse visto aquela
imagem. Depois que desço da lotação, vou caminhando pela calçada para
chegar à esquina e assim subir a rua da minha casa. Nesse percurso,
passo ao lado de uma escola. É um terreno grande, mas o prédio da escola
não é construído na totalidade do terreno. Tem uma parte com mato e
arvores. Essa hora da noite, o prédio está vazio. Ou deveria estar…
Ao passar ao lado da escola, infelizmente criei o hábito de olhar as
janelas das salas e imaginar como deve ser uma escola a noite. Mas em
uma bela noite, olho pra janela e vejo uma menina bonita, traços
orientais e um cabelo bem preto e comprido. Percebi que ela também me
viu. Eu estava tão cansado da aula que nem liguei que era estranho
àquela hora da noite ter alguém em uma escola fechada. Quando cheguei em
casa, deixei minhas coisas no quarto e fui tomar banho. Durante o
banho, não faço a menor ideia do motivo que me levou a isso, mas fiquei
lembrando de filmes de espíritos, quando a pessoa está tomando banho e
aparece o infeliz. Nesse momento, tive a impressão de ter ouvido um
choro. Mas como a janela do banheiro ficava próximo a casa da vizinha,
achei que tinha vindo de lá. Tomei meu banho, e fui comer alguma coisa.
Fiz um lanche básico, com um copo de suco. Sentei a mesa e liguei a TV.
Estava passando um filme sobre espíritos. Terminei de comer, escovei os
dentes e fui dormir. Quando me deitei na cama, tive a sensação de peso,
como se estivesse carregando peso, ou quando alguém deita em cima de
mim. Mas como estava muito cansado, dormi logo.
No dia
seguinte, soube que a escola tinha sido invadida naquela madruga, na
hora lembrei-me da menina que eu vi. Fizeram uma zona no prédio, jogaram
as carteiras longe, derrubaram todos os livros, aquela zona de
adolescente. Mas fiquei pensando, como uma menina tão bonita e jovem
como aquela, faria isso. Logico que não estava sozinha. Pensei comigo
mesmo: “Esse mundo está perdido mesmo, depois quero ver essa molecada
reclamar que não tem nada na escola, que a escola é isso, escola é
aquilo…” Enfim, mas ouvindo os boatos dos vizinhos, falaram que não
roubaram nada. Eu tenho um colega chamado Sandro, que trabalha na escola
e ele tem acesso aos vídeos das câmeras de segurança de lá. Conversei
com ele se tinha visto algo e ele me chamou pra ver algumas imagens que
ele pegou das câmeras pra me mostrar. Fomos a casa dele, e no seu
notebook, ele colocou o dvd das gravações. A escola fecha as 19h, então a
partir dessa hora, não ouve nada de estranho. Quando o vídeo chegou no
horário de gravação de 23h30min aproximadamente, que as câmeras captaram
alguma coisa. Deu pra ver a imagem de uma menina, jovem,
aproximadamente 16 anos, cabelos negro e bem comprido e preto… Falei
para Sandro, que eu tinha visto ela pela janela quando desci da lotação.
Mas umas coisas intrigaram a nós dois. A primeira delas não dava pra
ver exatamente seu rosto. A câmera desfocava exatamente no rosto dela.
Outra coisa que nos intrigou, foi ela ter feito àquela bagunça inteira,
SOZINHA, isso mesmo. As câmeras não captaram mais ninguém, somente essa
garota. E porque ela teria feito isso? Continuamos assistindo as imagens
e ai vem uma das cenas que deixou os dois com muito medo. Naquela
escola, existem câmeras dentro das salas de aula, dentro da biblioteca e
corredores. Ele me explicou que os livros que foram jogados no chão,
eram da biblioteca e as carteiras que foram reviradas de apenas uma sala
de aula específica. (Vou postar uma parte por dia, são 4 partes)