quarta-feira, 31 de julho de 2013

Parar com o blog

Então pessoal como vcs podem ver pelo título.... Eu andei pensando em parar com o blog.... Calma eu vou explicar.....

Então eu tava pensando em para pq eu estou desanimando... Assim eu preparo um conteúdo legal, demoro mt pesquisando, tentando cumprir a programação.... Desanimando assim nenhum comentário falando dahora ou legal e tal aí eu saberia se vcs estão gostando....

Olha eu vou cumprir a programação certinha essa semana ok? Mais depois eu aviso sobre a decisão paro ou não paro com o blog....

Terça e Sexta DIA ALEATÓRIO

sexta-feira, 26 de julho de 2013

CreepyPasta #1: Jack Risonho

 Era um belo dia de verão, meu filho de 5 anos, James estava brincando no quintal da nossa casa suburbana. James sempre foi um menino quieto, ele sempre brinca sozinho, ele nunca teve muitos amigos, mas ele tem uma imaginação muito fértil. Eu estava na cozinha, alimentando o nosso cão Fido, quando eu ouvi uma "conversa", James falava com alguém no quintal. Não tenho certeza com quem ele estava falando, ele finalmente tinha um amigo? Ser uma mãe solteira é difícil, estou sempre de olhos bem abertos em relação a James, então decidi ir para fora e ver como ele está. Quando cheguei ao quintal, fiquei um pouco confusa, porque James era a única pessoa lá. Ele estaria falando sozinho? Eu poderia jurar ter ouvido outra voz.

  -James! É hora de entrar. -Eu chamei ele.
Ele entrou e sentou-se na mesa da cozinha, era hora do almoço, então eu decidi fazer-lhe um sanduíche de peru...
  -James. Quem você estava falando lá fora? - Perguntei.
  -Eu estava brincando com o meu novo amigo - disse ele sorrindo. Coloquei-lhe um pouco de leite e continuou a erguer, como qualquer boa mãe faria.
  -Será que o seu amigo tem um nome? Por que ele não vem almoçar com a gente? - Perguntei. James olhou para mim por um momento antes de responder.
  -Eu chamo ele de Jack Sorrisonho.
  -Oh? É um nome estranho. como que seu amigo é?
  -Ele é um palhaço. Ele tem cabelos longos e um nariz grande em forma de um cone listrado. Ele tem braços longos e calças largas, com meias listradas, e ele sempre sorri - Eu percebi que meu filho estava falando de um amigo imaginário. Acho que é normal para crianças de sua idade para ter amigos imaginários, especialmente quando não tem outras crianças para brincar. Provavelmente é só uma fase.

  O resto do dia passou como de costume, e ele estava começando a ficar tarde, então coloquei James na cama. dei um beijo nele e ele fez questão de ligar sua luminária, do lado da cama, antes de fechar a porta. Eu estava muito cansada, então fui para a cama não muito tempo depois.

  Tive um pesadelo terrível ...

  Estava escuro. Eu estava em uma espécie de parque de diversões decadente. Estava com medo, correndo através de um campo infinito de barracas vazias, e cabanas de jogos abandonadas. Todo o lugar tinha uma aparência horrível. Tudo era preto e branco, os prêmio de pelúcia estavam pendurados nas barracas de jogos, todos com sorrisos doentes costurados em seus rostos. Parecia que todo o parque estava olhando para mim, mesmo que não houvesse outro ser vivo à vista. Então, de repente, comecei a ouvir uma música. Os sons do Pop Goes the Weasel sendo tocado por uma sanfona ecoou pelo parque, ele foi hipnotizando. Segui sua melodia para a tenda de circo quase em transe, incapaz de parar as minhas pernas de avançar. Estava escuro, a única luz vinha de um projector que brilha no centro da grande tenda. Enquanto eu caminhava em direção à luz a música abrandou, encontrei-me cantando incapaz de parar, como aqueles macacos de brinquedos que batem dois pratos de bateria sem parar.

  "Todos ao redor da amoreira,
  O macaco perseguiu a doninha,
  No pensamento do macaco era tudo brincadeira ..."

  A música parou antes do seu clímax, e de repente as luzes me fitaram. A intensidade das luzes me deixaram praticamente cega, tudo que eu podia ver era um pequeno escuro embaralhar uma silhueta à minha frente. Em seguida, uma outra apareceu, e outra, e outra... Havia dezenas de sombras, todas vindo em minha direção. Eu não podia me mover, minhas pernas estavam congeladas, tudo o que eu podia fazer era ver como as númerosas e assombrosas sombras aproximavam-se. À medida que se aproximavam eu podia ver... que eram crianças! Ao olhar para cada um, percebi que estavam terrivelmente desfigurados e mutilados. Alguns com cortes em todo o corpo, outros foram severamente queimados, e os outros estavam faltando membros, até mesmo os olhos! As crianças me cercaram, arranhando a minha pele, me arrastando para o chão, e me rasgando. À medida que as crianças me rasgavam, me cortavam, deixando-me em pedaços, tudo foi desaparecendo, tudo que eu podia ouvir era o riso, horríveis risos, risos assustadores.

  Acordei na manhã seguinte, suando frio. Depois de respirar profundamente vi que algumas das figurinhas de ação de James foram posicionados de frente para mim em cima da minha mesa de cabeceira. Suspirei, James provavelmente tinha acordado cedo e os colocado aqui. Juntei os brinquedos e fiz meu caminho para o quarto de James, no entanto, quando abri a porta o vi dormindo. Eu apenas coloquei os bonecos de volta na caixa de brinquedos e fui pra sala. Um pouco mais tarde James acordou e preparei-lhe o lanche. Ele ficou quieto e parecia um pouco tonto, talvez não tenha dormido bem.

  -James, você colocou brinquedos no quarto da mamãe, esta manhã? - Seus olhos dispararam para mim por um momento, então rapidamente olhou para baixo, encarando seu cereal.
  -Jack Risonho fez isso.
  -Bem, diga ao'Jack Risonho' para manter os brinquedos em seu quarto. - James terminou seu café da manhã, em seguida, decidiu ir jogar fora no quintal.
Fui para relaxar na sala de estar e eu devo ter cochilado, porque acordei umas duas horas mais tarde.
  -Merda! Eu preciso olhar o James. - Eu estava um pouco preocupada, tinha sido mais de 2 horas e eu não havia supervisionado ele. Saí para o quintal, mas James não estava lá. Eu estava ficando nervosa, então eu gritei por ele.
  -James! JAMES Onde você está?! - Só então eu ouvi uma risada vinda do jardim. Corri até o portão da frente da casa. James estava sentado na calçada. Dei um suspiro de alívio e caminhei até ele.
  -James quantas vezes eu já lhe disse para não sair do quintal? James, o que você está comendo? - James olhou para mim, enfiou a mão no bolso e tirou uma mão cheio de balas de todas as cores. Isso me deixou muito nervosa -Quem lhe deu esses doces? -Ele apenas olhou para mim mas sem dizer nada. -JAMES! Por favor, diga a mamãe, onde conseguiu esses doces? -James abaixou a cabeça e disse:
  -Jack Sorrisonho me deu. - Meu coração pesou, ajoelhei-me para olhá-lo nos olhos - James eu ja ouvi o bastante sobre Jack Sorrisonho, esta maldita coisa não é REAL! Agora, esta é uma situação muito grave e eu preciso saber quem lhe deu os doces?! -Eu podia ver os olhos do meu filho se encher de lagrimas.
  - Mas mamãe, Jack Sorrisonho me deu. -Fechei os olhos e respirei fundo, James nunca mentiu para mim, mas o que ele está me dizendo é impossível. Faço ele cuspir o doce e jogo o resto fora, James parece estar bem. Talvez eu esteja exagerando, afinal ele poderia ter ganho os doces de Tom e Linda da casa ao lado, ou Mr. Walker do outro lado da rua. De qualquer forma vou ter que ficar atenta.

  Naquela noite, coloquei James na a cama como de costume, e fui dormir. De repente, fui acordada por um estrondo vindo da cozinha. Saltei para fora da cama e corri pelas escadas. Quando cheguei à cozinha fiquei horrorizada. Todos os talheres tinham sido jogados no chão, e nosso cão Fido estava morto pendurado na luminária. Seu estômago foi aberto e recheado com doce, do mesmo tipo que James estava comendo mais cedo naquele dia. Meu choque foi bruscamente quebrado por um grito agudo vindo do quarto de James seguido do barulho de uma queda. Eu rapidamente peguei uma faca na gaveta e subi as escadas com a velocidade que só uma mãe cujo filho está em perigo poderia ter. Tudo no quarto fora derrubado, estava tudo no chão, meu pobre filho em sua cama chorando e tremendo de medo, uma poça de urina de se formava nos lençóis. Peguei meu filho e corri para casa ao lado, Tom e Linda felizmente ainda estavam acordados. Eles me deixaram usar o telefone e liguei para a polícia. Não demorou muito tempo para chegarem, e expliquei o que tinha acontecido, eles me olharam como se eu fosse louca. Eles vasculharam a casa, mas tudo o que encontraram foi um cão morto e dois quartos bagunçados. O oficial me disse que algum vândalo provavelmente havia entrado na casa e que fugido rapidamente quando me ouviu descendo as escadas. Eu sabia que não era verdade! Todas as portas estavam fechadas e nenhuma das janelas estavam abertas, o que estava na minha casa não vinha da rua...

  No dia seguinte, James permaneceu dentro de casa, não queria perde-lo de vista. Fui até a garagem, peguei o velho monitor de bebê e coloquei em seu quarto, se alguma coisa entrasse lá à noite, eu saberia. Fui até a cozinha e peguei a maior faca da gaveta e coloquei no meu criado-mudo. Amigo imaginário ou não, eu não vou deixar nada de machucar o meu menino. A noite Logo veio. Coloquei James na cama, ele estava com medo, mas prometi que não deixaria nada acontecer com ele. Dei-lhe um beijo, e acendi a luminária. Antes de fechar a porta, sussurrei: "Boa noite, James, eu te amo."

  Fiquei acordada enquanto pude, mas depois de algumas horas o sono me venceu. Meu bebê estava seguro e eu precisava dormir... Assim como eu coloco minha cabeça no travesseiro, escuto um barulho suave atraves da "babá eletrônica" que eu tinha colocado no criado-mudo. No início parecia interferência, tipo as que o rádio faz. Em seguida, virou um gemido. Seria James dormindo? Então ouvi a risada do meu pesadelo, aquela risada terrível! Levantei-me da cama e peguei a faca. Corri para o quarto de James e abri a porta devagar, tentei o interruptor de luz, mas não acendia. Dei um passo e podia sentir um líquido espesso quente em meus pés. De repente vi James, eu não podia acreditar no horror absoluto estabelecido diante de mim.

  O corpo do meu bebê foi pregado na parede, unhas haviam perfurado suas mãos e pés. Seu peito foi rasgado e seus órgãos expostos pendiam para o chão. Seus olhos e língua tinha sido removidos junto com a maioria de seus dentes. Ansia de vômito e um choro desesperado tomou conta de mim, eu não podia acreditar que aquilo era meu menino. Então ouvi novamente um gemido. JAMES ainda estava vivo! Meu bebê, minha pobre criança, com tanta dor ainda resistia. Eu corri através do quarto e vomitei no chão, mas a minha dor foi interrompida por uma gargalhada horrível vindo atrás de mim. Virei-me enquanto ainda enxugava o vômito da minha boca que se misturava às lágrimas, em seguida, surgiu das sombras o demônio responsável por todo esse horror, Jack Sorrisonho.

  Sua pele branca como um fantasma e cabelos negros emaranhados caíam até os ombros. Ele tinha olhos brancos cercadas por anéis pretos escuros. Seu sorriso torto revelou uma fileira de dentes afiados, e sua pele não se parecia com pele, ele parecia de borracha ou plástico. Ele usava uma desigual, roupa de palhaço preto e branca, mangas e meias listradas. Seu corpo é grotesco, seus longos braços pendurados para baixo após sua cintura, ele era desengonçado parecia não ter ossos, como uma boneca de pano. Ele sorriu, deixando escapar sua demencia, como estivesse me avisando que estava satisfeito com a minha reação ao seu 'trabalho'. Tão doentio!!! Ele, então, virou-se lentamente para James e começou a rir ainda mais! Isso foi suficiente para afastar-me de meu terror.

  -Saia de perto dele seu bastardo! - Corri para o monstro levantando a faca em cima da minha cabeça e esfaqueado- o, mas assim que a faca o tocou ele desapareceu numa nuvem de fumaça negra. A faca passou para a direita através da fumaça e perfurou o coração de James que ainda batia, tentando sobreviver... O sangue quente espirrou em meu rosto... Não ... o que eu fiz? Meu bebê, eu matei o meu bebê! Imediatamente caí de joelhos, e podia ouvir as sirenes à distância cada vez mais alto... O meu menino, meu bebê... Prometi que a mamãe iria protegê-lo... Mas eu não... Me desculpe James... Eu sinto muito...

  A polícia logo chegou e me encontrou na frente do meu filho sem vida, ainda empunhando a faca coberta de sangue. O julgamento foi curto e direto: insanidade. Fui colocada num hospício, onde estive nos últimos dois meses. Não é tão ruim aqui, a única razão pela qual eu estou acordada agora, é porque alguém está batendo dois pratos daqueles de bateria musical, do lado de fora de minha cela, mas ninguém além de mim consegue ouvir...



                        Espero que gostem :D

sábado, 20 de julho de 2013

Aviso: Mudanças

Desculpem por não posta ontem estava mt cansada :P

Então teve uma pequena mudança na programação.... Terça-feira ao invés do Desafiando o Medo será dia aleatório e Sexta-feira tbm..... Então Terça e Sexta será dia aleatório.

É que esta dando muito trabalho para pesquisar conteúdo para o Desafiando o Medo e para Sexta que é Deep Web..... Então me desculpem msm ta? Terça e Sexta dia aleatório.

Bjs para vcs seres malignos kkkkk

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Filme da Semana #4: O Grito

Sinopse: Em Tóquio uma casa comum oculta o pavor que nela há, pois quando alguém morre em um momento de terror nasce uma maldição, que não perdoa nem esquece e faz as pessoas morrerem vitimadas por uma poderosa ira. Neste contexto surge a estudante americana Karen Davis (Sarah Michelle Gellar), que, desconhecendo a maldição, está no Japão em um intercâmbio cultural. Karen é voluntária do Centro Social de Apoio, pois isto conta crédito para sua formatura na faculdade. Ela inocentemente concorda em substituir uma assistente social que não foi trabalhar, sem saber que ela na verdade foi vítima da maldição. Karen vai até a casa amaldiçoada para cuidar de Emma Williams (Grace Zabriskie), que tem uma letargia grave associada a leve demência, o que a faz ficar dormindo quase todo o dia. Ao chegar vê Emma em um estado catatônico, enquanto o resto da casa parece estar abandonado e desordenado. Enquanto cuidava de Emma, Karen ouve estranhos sons na parte de cima da casa. Ao investigar ela se defronta com algo tão apavorante que seria incapaz de imaginar, pois dentro da casa há uma sucessão de fatos apavorantes que são o resultado de algo terrivelmente maléfico, que surgiu de forma horrenda anos atrás. Como mais pessoas morrem, Karen é envolvida no ciclo de horror e aprende o segredo da maldição vingativa, que criou raízes nesta casa. Agora ela tenta parar isto antes que seja muito tarde, mas por mais que ela aprenda sobre a maldição e suas origens a força maléfica que Karen enfrenta é algo que ela ainda não dimensionou.

 



 Ainda  bem que essas coisas só acontecem em outros paises kkkkkkkkkkk

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Videos #2: Jeff o Assassino: O Banho de Sangue

Desculpem por não postar ontem não deu msm, mais hj eu trago mais um video do nosso querido assassino JEFF! AHAHAHAHAHAHAHAHA ESPERO QUE GOSTEM MINHAS COBAIAS...... A E OQ É ISSO ATRAS DE VC??? SHHHHHHHHH GO TO SLEEP ;D




 MUAHAHAHAHAHAHAHAHAHA SHHHHHHHHHHHHHH GO TO SLEEP

domingo, 14 de julho de 2013

Jogos de Terror #2: Slender The Arrival

Desculpem por não postar todos esses dias mais eu vou recompensar vcs :D


Parte 1:                                                                                    Parte 2:  
                                                     



Parte 3:                                                                                     Final:
                                                                                                 

Espero que gostem :D

                           

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Deep Web #6: #LIVE

Desculpem por não postar ontem foi pq a minha me tirou do pc no Hadouken , mas a programação voltara ao normal.... Espero que gostem da #LIVE seres malignos :D



quarta-feira, 3 de julho de 2013

Vídeo #1: Aliens e Ufos: Governos e seus Segredos. Parte: 1

  Desculpem por não trazer o Desafiando o Medo ontem foi pq tive uns probleminhas aqui mais esta tudo bem, semana que vem trarei o Desafiando o Medo. Bom, boa noite a todos e espero que gostem do vídeo :D.





  

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Contos #1: O Baile

Era um sábado à noite... O baile iria começar às 23:00 hs. Todos chiques, bem arrumados, vestidos para uma noite de gala. Mulheres lindas, homens charmosos.
Richard tinha ido ao baile sozinho. Não tinha namorada, apesar de ser muito bonito. No baile conheceu uma moça muito bonita que estava sozinha e procurava alguém com quem dançar.
Richard dançou com ela a noite toda, e conversaram por muito tempo. Acabaram se apaixonando naquela noite, mas tudo só ficou na conversa e no romantismo. No final do baile, Richard prometeu que levaria a moça embora, mas de repente ela sumiu. Ele procurou-a por todo o salão por muito tempo. Como não encontrou, desistiu e foi embora.
No caminho para sua casa, ainda muito triste, ele passou em frente ao cemitério e viu a moça entrando lá. Desconfiou do que tinha visto... suspeitou que fosse o cansaço e que estivesse sonhando.
Quando Richard chegou em casa, ele não conseguia dormir, nem parava de pensar na cena que tinha visto da moça entrando no cemitério.
Quando amanheceu o dia, Richard não se conteve e foi ao cemitério. Estava vazio e ele não encontrou ninguém. Passando por um dos túmulos, ele encontrou a foto da garota, vestida como no baile. E lá estava registrado que ela tinha morrido há dez anos.
E um detalhe: Ninguém viu a moça com que Richard dançou a noite toda, a não ser ele. Ninguém mais viu a tal mulher entrando ou saindo.

Espero que tenham gostado *---**

domingo, 30 de junho de 2013

Jogos de Terror #1: Amnesia: Grunt's Castle

Hj eu trarei um jogo com muitos sustos para vcs, Amnesia! Espero que gostem seres malignos :D MUAHAHAHAHAHA

Parte 1:



Parte 2:



Espero que gostem dessa nova programação, e amanha teremos Contos, espero que gostem bjs e que vcs tenham ótimos pesadelos MUAHAHAHAHAHA :D

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Programação

Segunda: Contos / Terça: Desafiando o Medo / Quarta: Videos / Quinta: Filme da Semana / Sexta: DeepWeb / Sábado: CreepyPasta / Domingo: Jogos de Terror /

Essa programação iniciara domingo, espero que gostem dessa programação....E boa noite seres humanos malignos e tenham ótimos pesadelos muahahahahahaha

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Filme da Semana #3: Freddy vs Jason

Sinopse: Freddy Krueger (Robert Englund), o carniceiro de Springwood, assassinou dezenas de crianças. A população, tomada por uma total revolta, fez justiça com as próprias mãos e Freddy foi queimado vivo. Isto não impediu que ele continuasse praticando crimes, pois voltava através dos sonhos dos jovens e fazia atrocidades ainda maiores. Os moradores de Springwood resolveram fazer com Freddy algo que o deixou mais irritado que ter sido mandado para o inferno: o condenaram ao esquecimento. Todas as menções sobre sua existência foram apagadas e os jovens que ficaram mais traumatizados com suas macabras aparições foram mandados para um sanatório, onde tomavam uma droga experimental, Hypnocil, que os impedia de sonhar, o que impedia que Krueger agisse. Isto faz com que ele perca as forças gradativamente. Tentando se vingar, Freddy manipula alguém que estava com ele no inferno: Jason Voorhees ((Ken Kirzinger). Freddy o manda aterrorizar os jovens da Elm St., assim a cidade pensará que ele voltou. Seu plano não acontece como o planejado, pois Jason começa a matar todas as “crianças de Freddy” e isto realmente o enfurece. Mas quando Jason descobre que Freddy o usou, um confronto entre os dois se torna inevitável.




Gente desculpem por não postar esse dias foi pq eu tava estudando para as provas, mais já passou, hj voltarei com a programação normal do blog.

domingo, 23 de junho de 2013

A Estátua

Há alguns anos atrás, um casal do Estado de Oklahoma, EUA, decidiram tirar uma noite de descanso. Resolveram sair para jantar na cidade. Como eles eram pais de duas crianças e as leis americanas são rígidas em relação ao abandono de menores, eles chamaram sua babá de maior confiança.

Quando a babá chegou, os pequenos já estavam dormindo. Então a babá se sentou perto delas e verificou se tudo estava bem. Mais tarde nessa noite ela ficou com tédio e foi ver TV, mas ela não conseguiu ver na sala porque não havia TV a cabo (os pais não queriam que as crianças ficassem vendo qualquer coisa na TV). Então ela ligou para os pais e perguntou se ela poderia ver TV no quarto do casal. Obviamente, os pais permitiram, mas a babá tinha um pedido final…. ela perguntou se poderia cobrir a estátua de anjo que estava no quarto das crianças com alguma toalha ou cobertor, porque ela a deixava nervosa. O telefone ficou em silêncio por um momento, e o pai que estava no telefone com a babá falou desesperado:

”..Leve as crianças para fora de casa agora!!! Nós estamos chamando a polícia! Não temos nenhuma estátua de anjo!”

A polícia achou os três corpos dos ocupantes da casa mortos depois de cinco minutos da chama. Nenhuma estátua foi encontrada. Nenhum vestígio de invasão. Nenhuma evidência, exceto que as vítimas morreram por causa de golpes com um objeto perfurante. O caso não foi solucionado e acabou virando uma lenda urbana.

sábado, 22 de junho de 2013

#LIVEDOTERROR: Aparições: Fantasmas Fotos/Videos

Fazia tempo que eu não colocava #LIVEDOTERROR aqui no blog, espero que gostem dessa live, se vcs estiverem gostando do que eu posto aqui no blog comentem a sua opinião do que eu posso postar, criticas elogios e etc.... SHHHHHHH GO TO SLEEP! 



terça-feira, 18 de junho de 2013

A Igreja Maldita

Um dia minha mãe e meus tios foram se aventurar, tiveram a ideia de entrar em uma igreja mal assombrada, de oito irmãos dois não quiseram ir, eles falaram que a igreja não existia que você a imaginava, que ali era só um terreno, mas eles queriam ir assim mesmo. Quando anoiteceu, era umas 19h00min horas da noite, eles foram a tal igreja, no meio do caminha já conseguiam avista-la, e quanto mais andava ela ficava mais longe ainda, num certo momento eles chega à igreja, um dos meus tios foi da uma de corajoso, ao pisar no primeiro degrau da escada se paralisou, não conseguia se mexer, foi nessa hora que a porta da igreja começou a abrir e fechar, as janelas faziam barulhos, e vozes cantavam musicas macabras todos correram, e o meu tio que estava paralisado conseguiu correr... No dia seguinte eles votaram no mesmo local e viram que não havia igreja nenhuma e que os 2 irmãos tinham razão, nunca mais eles fizeram isso.





domingo, 16 de junho de 2013

Filme da semana #2: MaMa

Sinopse: Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de “Mama”. Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa





Desculpem por não postar semana passada um filme foi pq não tive tempo :P Desculpem msm, mais espero que gostem :D

sábado, 15 de junho de 2013

O Livro dos Espíritos: A Final

"Ao ouvir isso, senti meu coração parar de bater, um gelo na espinha… Roger saiu da casa, ouvi o barulho da porta do carro batendo e o carro saindo em disparada. Pensei: “Meu Deus, isso não pode ser verdade, porque eu tive que me meter nessa historia.” Esperei um tempo e sai da casa. Fui embora correndo, com medo daquele maníaco voltar. Cheguei em casa e minha mãe vem ao meu encontro e diz: “Filho, a mãe do Sandro ligou e perguntou dele. Você sabe alguma coisa?” Com medo da reação de minha mãe, não falei nada, apenas disse que não sabia de nada. Voltei para meu quarto e não parava de pensar em tudo o que tinha acontecido. Sandro estava morto, brutalmente assassinado e eu era o próximo. Fui ler como seria a próxima morte. “15ª morte: a vítima terá que ser assassinada no dia 15 de outubro.” Fiquei com mais medo ainda, hoje é dia 14 de outubro…

Estava desesperado, mas acabei cochilando. Acordei com um barulho imenso em minha casa. Alguma coisa caindo no chão, algo pesado. Abro a porta do meu quarto devagar e ouço passos na sala. Já comecei a pensar no pior. Roger descobriu onde eu moro e veio aqui me matar. Ouço a porta do quarto de minha mãe abrindo e ela chama: “Filho, é você? O que você derrubou?

Mas o pior estava para acontecer. Minha mãe vai andando pelo corredor e de repente grita bem alto. Ocorre um barulho de algo batendo, ela grita e cai no chão. Alguém matou minha mãe. Continuo ouvindo passos, mas dessa vez, como se eles estivessem vindo em direção ao meu quarto. Deitei correndo em minha cama, e peguei debaixo do meu travesseiro, um canivete que comprei em uma viagem havia uns dois anos. Abri a faca do canivete e escondi debaixo da coberta. Em milésimos de segundo, comecei a pensar na minha morte, como seria, se iria doer, se eu não ia sentir, se eu veria alguém do outro lado. Os passos chegaram em frente a porta do meu quarto e pararam. Fingi que estava dormindo, então ouço a porta do meu quarto abrindo bem devagarinho. Os passos agora mais suaves, mas igualmente pesados, vinham mais devagar em direção a mim. Mas se fosse mesmo Roger, ele só poderia me matar amanha. Mas não tinha percebido que já se passavam da meia noite. Quando senti que Roger se aproximou, não pensei duas vezes, avancei em direção ao seu pescoço, como uma fera selvagem e com o canivete na mão, fiz um corte de orelha a orelha em seu pescoço. Roger cambaleou alguns passos para trás e caiu, agonizando no chão. Em seus últimos sinais de vida, Roger desenhou um estranho símbolo no chão com seu sangue. Era igual ao símbolo da capa do livro. Quando ele terminou, seu braço tombou de lado, já sem vida. Poucos segundos depois, quando achei que tudo tinha acabado, o pior aconteceu. O símbolo que Roger desenhou no chão, não era um símbolo qualquer. Após alguns segundos de seu falecimento, o símbolo que ele desenhou, começou a brilhar bem forte. De repente essa luz vem em minha direção e me atinge, jogando meu corpo contra a parede e me fazendo cair na cama…

Duas semanas depois, enquanto passava O jornal Nacional, vem a noticia: Jovem de apenas 23 anos, mata a mãe e o amigo e desaparece. A polícia suspeita que ele usava drogas e participava de rituais de magia negra, pois em seu quarto foi encontrado um livro que ensinava como evocar espíritos. Até agora ninguém tem notícias do rapaz, a única pista que a policia tem, é o tal livro. Nossa repórter conseguiu com exclusividade, entrar no local onde ocorreram os assassinatos.

A repórter começou a mostrar o quarto onde ocorreram os assassinatos, e a câmera foca exatamente o livro citado na chamada da notícia. O livro estava no chão, aberto em uma pagina que estava escrito: “Após a morte da ultima vítima, o espíritos malígno possuirá o corpo do assassino.”

Até hoje a ninguém sabe o que aconteceu com o jovem rapaz…

terça-feira, 11 de junho de 2013

O Livro dos Espíritos Parte: 03

O que será que uma adolescente fazia com um livro com esse símbolo? Ao abrir, tinha um recado escrito com letras bem garranchosas: “Siga tudo, passo a passo, ou o ritual não funcionará.” E com outra letra, bem diferente dessa, mas também bem feia tinha um nome: “Roger Silva”.

Ouvi passos e percebi que era a mãe de Lia que voltava, escondi o livro na cintura da calça. Queria muito ler seu conteúdo e descobrir quem era esse tal Roger. Bebi a água e me despedi da pobre moça.

Sai da casa e virei à esquina, assim que dei mais alguns passos, liguei para Sandro e falei sobre o livro. Ele pediu para eu ir à sua casa para verificarmos. Quando ele viu a letra do recado na contracapa, ele reconheceu a letra e o nome. Era do faxineiro da escola, e seu nome era Roger.

Dessa vez, eu que comecei a pensar se deveria mesmo continuar essa investigação, afinal, não era mesmo da polícia nem era parente nem nada da adolescente. Sandro disse que ia conversar com esse Roger. Peguei o livro e fui para minha casa, para lê-lo com mais calma e entender o que aconteceu. Era noite já quando comecei a ler o tal livro. Falava muitas coisas sobre rituais satânicos, espíritos e coisas do gênero. Uma das passagens do livro me intrigou. Falava de uma certa forma de invocar espíritos malignos. Era um texto pequeno, mas muito assustador. Nele, a pessoa tinha que matar 15 pessoas, mas cada uma de um jeito em específico. Uma pessoa tinha que morrer afogada em uma lagoa no inverno, outra pessoa deve sofrer um “acidente” de carro. Uma pessoa tinha que ter 34 anos e ser loiro. Cada um com seus detalhes descritos. Mas as três ultimas me deixaram com medo. “A 13ª morte tinha que ser uma criança de 16 anos, oriental, e deveria ser estuprada e ter seu corpo queimado. A 14ª morte tinha que ser um rapaz jovem, forte e matá-lo a golpes de facão”. Quando li essas duas mortes, comecei a ligar as coisas. O tal Roger, estava tentando invocar o algum espírito maligno e estava próximo de conseguir. Quando lembrei que Sandro disse que iria até sua casa para conversar com ele, fiquei desesperado. Peguei meu celular e tentei ligar pra ele. Caixa postal… Fui até a casa de Roger, toquei a campainha e nada. Gritei seu nome e nada. Quando na casa vizinha, aparece uma senhora na janela e diz: “Ele saiu tem pouco tempo. Parecia que ia viajar, jogou umas malas no carro e saiu.” Perguntei: “Tinha mais alguém com ele?” ela respondeu: “Eu reparei que chegou um rapaz ai por volta de 1 hora atrás. Mas não vi o saindo não. E olha que fiquei o tempo todo olhando a rua.”

Comecei a ficar com mais medo, liguei mais uma vez para o celular do meu amigo e mais uma vez, caixa postal. Gritei seu nome e nenhum sinal. Desesperado, pulei o portão e fui em direção à porta. Bati e ninguém respondeu. Gritei mais uma vez e nada. Tentei abrir a porta e ela estava aberta. Abri devagar, com medo de estava por vir. Quando entrei, me deparei com a cena que não queria ver. Meu amigo estava jogado no chão, sem vida. Ele foi brutalmente assassinado. Havia sangue por todos os lados. Entrei em desespero não sabia o que fazer. Peguei o celular para avisar a policia, mas quando apertei o primeiro numero, vi que parou um carro na frente da casa. Um homem desceu. Era alto e porte atlético, cabelos grisalhos, barba por fazer. Ele veio em direção a casa. Quando a vizinha o chama: “Senhor Roger, teve um rapaz aqui procurando o senhor tem poucos minutos.” Ele responde: “Vai dormir, velha fofoqueira. Fica o dia inteiro nessa janela e não faz porra nenhuma da vida.” Ele voltou a caminhar em direção a casa. Olhei para os lados ainda meio atordoado com a cena, e fui me esconder atrás do sofá. Ele entrou na casa e reclamava consigo mesmo: “Cacete, onde deixei o livro? Falta apenas uma morte. Preciso ver se tem mais alguma coisa depois da ultima morte. Aquela vagabundinha que matei semana passada mexeu nas minhas coisas na escola. Será que ela o pegou? Esse cara aqui devia saber alguma coisa. Ele e aquele amigo curioso. Ele será a ultima pessoa que vou matar, depois disso, meu ritual estará completo.”








Amanha postarei a parte Final! Não percam!

domingo, 9 de junho de 2013

O Livro dos Espíritos Parte: 02

Depois de assistir tantos filmes, ler livros, assistir animes sobre esse assunto, ficamos curiosos e resolvemos investigar a sala do ocorrido. Sandro conseguiu ter acesso aos arquivos dos alunos da escola. Aquela sala sempre foi de ensino médio, então começamos a consultar os arquivos da escola para descobrir se tinha algo relacionado. A escola era muito antiga, então teve muitos alunos. Consequentemente, levamos certo tempo nessa procura. Achei os documentos de 3 alunas orientais do ensino médio. Mas uma nos chamou a atenção. Nunca vou esquecer seu nome. Lia Sadako Yamamura. Ela estudava naquela sala e lembrava muito a menina das imagens das câmeras. Era uma adolescente muito bonita, de cabelos grandes e negros. Tinha boas notas e nenhuma reclamação anotada.

Como estava ficando tarde e a escola já ia fechar, fomos embora. Mas antes de sair, conversamos com o diretor, e enchemos o saco dele para deixar agente ficar com uma copia da ficha daquela aluna. Claro que o diretor não deixou, mas antes de pedir, tiramos uma cópia escondida. Fui para minha casa e Sandro foi para casa dele. Mas continuamos nossa investigação, nos comunicando pela internet. Enquanto Sandro estava onde ela morava, eu tentava descobrir alguma noticia de morte ou desaparecimento de alguma aluna daquela escola. Olhando na internet, achei em um site de pessoas desaparecidas. Segundo informações, ela estava desaparecida há alguns dias, foi para a escola, mas não retornou. Sandro verificou a ficha da escola e eu o endereço onde ela morava. Pedi para ele me passar para que eu pudesse ir até lá. Sandro começou a me questionar se deveríamos mesmo continuar com essa investigação, afinal, não éramos da policia nem nada da garota. Mas eu estava muito curioso para saber toda a verdade, então fui até a residência de Lia mesmo assim. Por sorte era na mesma rua da escola. Uma casa humilde e com muitos traços orientais na sua estrutura e seu interior. Toquei a campainha e apareceu uma senhora. Falei que era colega de Lia e queria algumas informações sobre o desaparecimento. A senhora me convidou para entrar. Disse que era mãe de Lia, se chamava Yoko.

Yoko disse que ela desapareceu, foi para escola e não voltou mais, não ligou, não deu nenhum sinal de vida. Yoko disse que chegou a ligar para algumas amigas dela, mas nenhuma delas sabe ou teve notícias de Lia. Perguntei se Lia já tinha sumido assim, mas recebi uma resposta negativa: “Nunca, Lia sempre foi atenciosa, carinhosa e gentil. Se ela demorasse 1 minuto pra chegar em casa, ela ligava e avisava.” Falou que Lia era uma adolescente alegre, adorava estudar. Contou que Lia sonhava em ser modelo e que começaria um curso ainda esse ano. Perguntei sobre o dia que ela desapareceu e ela me disse que na mesma semana, seu comportamento mudou. Ela estava quietinha, não queria sair, mesmo com seu aniversário chegando. Pedi para ir ao quarto de Lia e sua mãe deixou. Seu quarto era típico de uma adolescente de sua idade. Cd´s, ursinhos de pelúcia, livros, fotos com as amigas, etc… Mas uma coisa me chamou a atenção, era um livro em sua estante. Tinha uma capa escura, de couro e um desenho estranho em traços dourado em sua lateral. Como queria ler seu conteúdo, saber que livro era aquele, pedi para sua mãe pegar um copo de água para mim (apenas para disfarçar, queria mesmo era ver aquele livro). Quando ela saiu, peguei o livro e percebi que era um livro antigo, não dava para ler seu título, pois as letras já tinham descascados. Mas tinha um desenho logo abaixo do nome, que mesmo descascado, deu para reconhecer o que era.

sábado, 1 de junho de 2013

O Livro dos Espíritos: Parte 1

Sempre tenho a sensação que nunca estou sozinho, mesmo quando estou em casa “sozinho”, assistindo um filme, no vídeo game. Até durante o dia, vejo sombras no corredor, mas acho que são apenas as plantas da vizinha se mexendo com o vento. Acho…

Mas a história que vou relatar, não foi uma simples sombra que eu vi. Foi algo um pouco pior.

Estava voltando do curso a noite, por volta de 23h30min. Vou de metro, e depois pego lotação da estação até a esquina da minha casa. Do ponto até em casa, levo menos de 5 minutos. Mas hoje eu digo que foram os 5 minutos mais terríveis da minha vida, desejaria que nunca tivesse visto aquela imagem. Depois que desço da lotação, vou caminhando pela calçada para chegar à esquina e assim subir a rua da minha casa. Nesse percurso, passo ao lado de uma escola. É um terreno grande, mas o prédio da escola não é construído na totalidade do terreno. Tem uma parte com mato e arvores. Essa hora da noite, o prédio está vazio. Ou deveria estar…

Ao passar ao lado da escola, infelizmente criei o hábito de olhar as janelas das salas e imaginar como deve ser uma escola a noite. Mas em uma bela noite, olho pra janela e vejo uma menina bonita, traços orientais e um cabelo bem preto e comprido. Percebi que ela também me viu. Eu estava tão cansado da aula que nem liguei que era estranho àquela hora da noite ter alguém em uma escola fechada. Quando cheguei em casa, deixei minhas coisas no quarto e fui tomar banho. Durante o banho, não faço a menor ideia do motivo que me levou a isso, mas fiquei lembrando de filmes de espíritos, quando a pessoa está tomando banho e aparece o infeliz. Nesse momento, tive a impressão de ter ouvido um choro. Mas como a janela do banheiro ficava próximo a casa da vizinha, achei que tinha vindo de lá. Tomei meu banho, e fui comer alguma coisa. Fiz um lanche básico, com um copo de suco. Sentei a mesa e liguei a TV. Estava passando um filme sobre espíritos. Terminei de comer, escovei os dentes e fui dormir. Quando me deitei na cama, tive a sensação de peso, como se estivesse carregando peso, ou quando alguém deita em cima de mim. Mas como estava muito cansado, dormi logo.

No dia seguinte, soube que a escola tinha sido invadida naquela madruga, na hora lembrei-me da menina que eu vi. Fizeram uma zona no prédio, jogaram as carteiras longe, derrubaram todos os livros, aquela zona de adolescente. Mas fiquei pensando, como uma menina tão bonita e jovem como aquela, faria isso. Logico que não estava sozinha. Pensei comigo mesmo: “Esse mundo está perdido mesmo, depois quero ver essa molecada reclamar que não tem nada na escola, que a escola é isso, escola é aquilo…” Enfim, mas ouvindo os boatos dos vizinhos, falaram que não roubaram nada. Eu tenho um colega chamado Sandro, que trabalha na escola e ele tem acesso aos vídeos das câmeras de segurança de lá. Conversei com ele se tinha visto algo e ele me chamou pra ver algumas imagens que ele pegou das câmeras pra me mostrar. Fomos a casa dele, e no seu notebook, ele colocou o dvd das gravações. A escola fecha as 19h, então a partir dessa hora, não ouve nada de estranho. Quando o vídeo chegou no horário de gravação de 23h30min aproximadamente, que as câmeras captaram alguma coisa. Deu pra ver a imagem de uma menina, jovem, aproximadamente 16 anos, cabelos negro e bem comprido e preto… Falei para Sandro, que eu tinha visto ela pela janela quando desci da lotação. Mas umas coisas intrigaram a nós dois. A primeira delas não dava pra ver exatamente seu rosto. A câmera desfocava exatamente no rosto dela. Outra coisa que nos intrigou, foi ela ter feito àquela bagunça inteira, SOZINHA, isso mesmo. As câmeras não captaram mais ninguém, somente essa garota. E porque ela teria feito isso? Continuamos assistindo as imagens e ai vem uma das cenas que deixou os dois com muito medo. Naquela escola, existem câmeras dentro das salas de aula, dentro da biblioteca e corredores. Ele me explicou que os livros que foram jogados no chão, eram da biblioteca e as carteiras que foram reviradas de apenas uma sala de aula específica.
(Vou postar uma parte por dia, são 4 partes)



Continua....

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Filme da Semana #1: Horror em Amityville

Sinopse: O enredo narra o infortúnio da família Lutz, que se muda para uma casa nos arredores de Amityville, em Nova York. O que eles não sabem é que, um ano atrás, um adolescente matou sua família inteira naquela casa. 28 dias depois de se mudarem, os Lutz fogem do lugar e afirmam, em estado de choque, que presenciaram uma série de eventos fantasmagóricos que os obrigavam a sair do casarão… antes que fossem assassinados.





Toda semana irei postar dicas de filmes de terror, antigos e atuais se vcs quiserem podem me dar dicas de filmes no comentario e se tiverem gostando comentem. Espero que gostem :D

sábado, 25 de maio de 2013

O Espelho


Não posso mais guarda isso comigo. Já tentei falar para outras pessoas mas elas acham que estou ficando louco. Tempo atrás, durante um noite chuvosa, estava em casa, a luz de velas, a energia havia sido cortada devido a forte tempestade e a luz que clareava parte do meu quarto vinha dos trovões que lá fora cruzavam o céu. Sempre morei sozinha, nunca tive problema com isso…. até aquela noite.
Não sei o porquê, ou quem são, ou o que são mas eles apareceram em meio aos barulhos dos relâmpagos. Minha casa era coberta de espelhos, sempre gostei deles, talvez seja um pouco narcisista, mas gostava de ficar sempre frente ao espelho, observando minha própria imagem. E a minha imagem sempre me agradava, exceto naquela noite.
Era umas duas horas da manhã quando acordei com sede. Levantei e fui rumo a cozinha, atravessando o corredor. Passei pelo espelho e tive a impressão de não ter visto minha imagem. Voltei. Ela estava lá. Percebi que tinha uma marca vermelha no meu rosto e me aproximei do espelho para ver com maior facilidade. E vi! Mas não eu, quanto mais próximo do espelho, mais a minha imagem mudava e uma criatura deformada tomava o lugar. Era algo surreal. Corri para o quarto. Deitei, me escondi embaixo das cobertas. Nesse instante lembrei que o meu quarto estava cheio de espelhos. Fiquei atormentada e sustentei o dilema entre olhar ou não, até o dia clarear.
No outro dia, juntei todos os espelhos que encontrei e joguei no lixo. Passei um dia daqueles no trabalho por não ter dormido a noite. Cheguei em casa e não pensei duas vezes, fui direto para cama. No outro dia, quando fui pentear o cabelo, notei que não tinha mais espelhos na casa, também pudera, joguei todos no lixo. Mas eu precisava de um espelho agora. Lembrei que tinha um da mão guardado na caixa de bugigangas, que estava na dispensa. Peguei a caixa, abri e procurei o espelho. Quando achei, vi que tinha algo escrito nele, como se estivesse sido riscado pelo lado de dentro. Comecei a ler e a mensagem me atormenta até hoje. Estava escrito: “”Por favor traga os espelhos de volta, nós gostamos de te ver dormir.”

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Senhora da Janela

Adam estava trabalhando reconstruindo um telhado em uma casa em Illinois. Ele tirou essa foto com seu celular de seus colegas. A história que ele me contou é que eles foram contratados por novos moradores para reconstruir o telhado e o forro. 

De acordo com ele a senhora que morava ali tinha morrido faziam três meses. Eles estavam trabalhando na casa vazia por dois dias e não tinham visto ninguém por lá. Eu sei que a foto parece suspeita, mas Adam não é do tipo que mente em relação ao sobrenatural. 





segunda-feira, 20 de maio de 2013

Você se lembra-se de mim?

Você lembra-se de mim? Você costumava me ver aos cantos da casa quando era criança, na esperança que eu me afastasse. Eu sou aquele que fez sua fé aumentar, de tanto você rezar para escapar, eu sempre vi você dormir, e você sempre achando que um dia eu ia partir.
Em meio aos brinquedos espalhados ao chão, crianças levadas não são privilegiadas, seus choros, seus medos, seus pesadelos, todos com uma fonte em comum, não é por que você ficou mais velho que eu te abandonei. As luzes de lanternas fracas mostram minhas sombras pela casa, aos espelhos meu reflexo estampado, a parte escura da casa sempre meu lar, por que você não vem brincar? Eu prometo que você
irá adorar! Segure seu pequeno urso, talvez ele te proteja, acho difícil. Grite aos seus pais, eles não irão te ouvir. Chame seus irmãos, se algum deles estiver entre nós ainda. Você consegue ouvir meus passos? Você consegue ouvir minha respiração? Você pode sentir meu cheiro? Toda noite aqui para te aterrorizar, o arrepio em seu pequeno corpo, com diversos nomes e faces, mas os mesmos olhos vazios. Você pode correr nos cobertores se esconder, eu ainda estou a lhe ver. Sede? Vontade de ir ao banheiro? Oportunidades!  Talvez eu consiga te alcançar, ou talvez em sua cama seus pés eu vá puxar, é melhor se cuidar… Pois eu vou estar lá…

domingo, 19 de maio de 2013

Deep Web: Pedofilia #5

Eu irei dar um tempo nesses videos sobre a Deep Web, mais logo logo eu volto com mais alguns videos sobre a Deep Web..... Comentem se vcs estiverem gosto dos videos e histórias e se quiserem deem sugestões do que eu posso postar..... Bjuuuuusss e até a próxima minhas cobais do medo!!!



quarta-feira, 15 de maio de 2013

A Ingreja de Satã

Embora não seja tecnicamente uma sociedade secreta, a Igreja de Anton Lavey de Satanás continua a ser uma ordem ocultista influente. Fundada em 1966, a organização adotou o “Sigil do Baphomet” como seu emblema oficial.

De acordo com Anton Lavey, os templários adoravam Baphomet como um símbolo de Satanás. Baphomet é destaque presente durante nos rituais da Igreja de Satanás, com o símbolo sendo colocado acima do altar ritualístico.

Na Bíblia Satânica, Lavey descreve o símbolo do Baphomet:

“O símbolo do Baphomet foi usado pelos Cavaleiros Templários para representar Satanás. Através dos tempos este símbolo tem sido chamado por muitos nomes diferentes. Entre elas estão: O Bode de Mendes, o Bode de Mil Jovens, O Bode Preto, O Bode de Judas, e talvez o mais adequado, O Bode Expiatório”.

Baphomet representa os Poderes das Trevas combinados com a fertilidade generativa do bode. Na sua forma “pura” o pentagrama é mostrado envolvendo a figura de um homem nos cinco pontos da estrela – três pontas para cima, duas pontas para baixo – simbolizando a natureza espiritual do homem. No satanismo o pentagrama também é usado, mas já que o satanismo representa os instintos carnais do homem, ou o oposto da natureza espiritual, o pentagrama é invertido para acomodar perfeitamente a cabeça do bode – seus chifres, representando dualidade, que é voltado para cima em tom de desafio, os outros três pontos invertidos, ou a trindade negada. As letras hebraicas em torno do círculo exterior do símbolo, que são dos ensinos mágicos da Cabala, soletram “Leviathan”, a serpente do abismo, e identificada com Satanás. Estas figuras correspondem aos cinco pontos da estrela invertida.”

O símbolo do Baphomet foi, provavelmente, fortemente inspirado por esta ilustração de Guaita’s La Clef de la Magie Noire (A Chave para Magia Negra).
 
 
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Ickbarr Bigelsteine

Quando eu era pequeno, eu tinha muito medo do escuro. Eu ainda tenho, mas quando eu tinha mais ou menos seis anos, eu não conseguia passar uma noite inteira sem chorar até que um dos meus pais viessem ao meu quarto para olhar de baixo de minha cama ou dentro do meu armário por qualquer monstro que fosse que estivesse escondido esperando para me comer. Mesmo com abajur, eu continuava a ver vultos se deslocando pelo meu quarto, ou rostos estranhos me observando pela janela do meu quarto. Meus pais davam o seu melhor para me consolar, que era apenas um pesadelo ou uma ilusão da luz, mas na minha cabeça infantil eu estava certo que no segundo que eu adormecesse, as coisas malvadas viriam me pegar. Na maioria das vezes eu apenas me escondia de baixo das cobertas até ficar tão cansado que caía do sono, mas de vez em sempre eu entrava em pânico com tanto vigor que eu ia correndo e gritando até o quarto de meus pais, acordando meu irmão e minha irmã no processo. Depois dessas situações, não tinha jeito de ninguém ter uma noite inteira de descanso.

Eventualmente, depois de uma noite traumatizante em particular, meu pais tinham tido o suficiente. Infelizmente para eles, eles entendiam a futilidade de argumentar com uma criança de seis anos de idade e sabiam que eles não conseguiriam me convencer de me livrar dos meus medos infantis pela razão ou pela lógica. Eles tinham que ser espertos. Foi ideia da minha mãe costurar um amiguinho para dormir comigo.

Ela juntos vários pedaços aleatórios de tecido e junto com sua máquina de costura ela criou o que eu chamaria posteriormente de Sr. Ickbarr Bigelsteine, ou apenas Ick para encurtar. Ick era um monstro de meia, como minha mãe o chamava. Ele era bastante assustador, tenho que admitir. Honestamente, olhando para trás agora eu estou impressionado que minha mãe conseguiu criar algo tão estranho e perturbador. Ickbarr tinha as suas costuras fazendo-o parecer um gremlin Frankenstein, com grandes olhos de botão branco e orelhas caídas de gato. Seus pequenos braços e pernas eram feitos de pares de meia listrado branco e preta da minha irmã, e metade de seu rosto era verde feito das meias de futebol do meu irmão. Sua cabeça podia ser descrita como em forma de lampada, e sua boca era um pedaço de pano branco costurado em zig zag para formar algo que parecesse com dentes afiados. Eu o amei de primeira.

De começo, Ick nunca saia de perto de mim. Muito menos depois do escurecer, é claro. Ick não gostava do sol, e ficava chateado se eu tentava leva-lo à escola comigo. Mas estava tudo bem, eu precisava dele somente a noite para manter o bicho-papão longe, no que ele era muito bom. Então toda a noite, Ick me falava onde os monstros estavam escondidos, e eu o colocava no local que ele tinha indicado, perto dos monstros. Se algo estava no armário, Ick bloqueava a porta. Se era uma criatura negra arranhando minha janela, Ick ficava contra o vidro. Se era uma gigante besta peluda de baixo da minha cama, então de baixo da cama ele ficava. As vezes os monstros não estavam nem no meu quarto. As vezes eles estavam escondidos nos meus sonhos, e Ickbarr tinha que entrar dentro dos meus pesadelos. Era divertido trazer Ick para meu mundo dos sonhos, ele passava horas lutando com demônios e fantasmas. A melhor parte era, que nos meus sonhos, Ick podia falar comigo de verdade. "O quanto você me ama?” Ele perguntava. "Mais do que qualquer coisa no mundo." Eu o falava sempre. Uma vez em um sonho, depois de eu ter perdido meu primeiro dente, Ick me pediu um favor.

"Posso ficar com seu dente?”

Eu perguntei porque ele o queria.

"Para me ajudar a matar as coisas ruins." Ele disse.

Na manhã seguinte na hora do café, minha mãe perguntou aonde meu dente tinha ido. Pelo o que ela tinha dito, a fada do dente não o tinha encontrado debaixo do meu travesseiro. Quando eu falei para ela que eu tinha dado para Ickbarr, ela apenas deu os ombros e voltou a alimentar minha irmãzinha. Daí em diante, toda vez que eu perdia um dente, eu o dava para Ickbarr. Ele sempre me agradecia, claro, e me dizia que me amava. Eventualmente, eu parei de ter dentes de leite, e comecei a ficar um pouco velho para ficar brincando com bonecos. Então Ick estava na minha prateleiras de livros empoeirada, perdendo minha atenção lentamente.

Entretanto, com o tempo, meus pesadelos ficaram piores. Tão ruins que eles começaram a me seguir no mundo real, me aterrorizando em cada canto escuro ou escondidos em arbustos. Depois de uma noite ruim voltando de bike da casa de um amigo meu, eu jurei que um bando de cachorros raivosos estavam me caçando, e eu voltei para casa para achar uma coisa estranha me esperando em meu quarto. Lá, em minha cama, de pé com um brilho suave da lua batendo em si, estava Ickbarr. De primeira achei era apenas meus olhos pregando outra peça em mim, era noite, então eu tentei ligar a luz. Liguei e desliguei no interruptor várias vezes mas a escuridão permanecia. Foi aí que comecei a ficar nervoso.

Eu recuei vagarosamente tentando sair pela porta atrás de mim, meu olhos nunca deixando a sombra da silhueta de Ick, minha mão desjeitosamente atrás da minhas costas tocando a batente da porta. Eu estava pronto para sair correndo dali quando ouvi a porta batendo e fechando, me trancando na escuridão. No nada além de sombras e silêncio, eu fiquei travado no mesmo lugar, não conseguia nem respirar. Por quanto tempo eu não sei dizer, mas depois do que eu achei ser o tempo de uma vida,eu ouvi um som, uma voz familiar.

"Você parou de me alimentar, então porque eu devia te proteger?”

"Me proteger do que?”

"Deixe-me te mostrar."

Eu pisquei uma vez, e tudo tinha mudado. Eu não estava mais no meu quarto, eu estava em outro.... lugar. Não era o Inferno, mas não era muito diferente disso. Era tipo uma floresta, um lugar horrível, de dar pesadelos onde partes de embriões abortados eram pendurados nas copas das árvores, e o chão era infestado de insetos carnívoros. Uma grossa névoa flutuava no ar com um fedor de carne podre, enquanto raios carregados cruzavam o céu da noite. Ao longe eu conseguia ouvir o grito agonizante de algo não humano. Minha cabeça pulsava como se fosse explodir, a dor me forçando meus olhos chorar como cachoeiras. Na minha mente, eu ouvia a voz dele novamente.

"Isso é o que sua realidade se tornaria sem mim."

Eu senti a terra tremer enquanto sentia pegadas se aproximando rapidamente.

"Eu sou o único que pode parar isso."

Estava atrás de mim agora, enorme e raivoso, o respirar quente na minha nuca.

"Me de o que eu preciso, e eu vou."

Eu acordei antes de poder me virar.

No dia seguinte eu invadi o armário de meus país procurando pelos dentes de leite da minha irmãzinha, e dei todos para Ickbarr. Quase imediatamente as noites de terror acabaram, e eu conseguia mais ou menos continuar com minha vida normalmente. De tempos em tempos eu tinha que ir no quarto da minha irmãzinha e roubar o que era destinado à fada do dente, ou estrangular o gato de algum vizinho e arrancar os pequenos dentes incisivos. Qualquer coisa para me manter longe das visões, qualquer coisa entre dentes tubarão arrancados de um colar ou dentes de animais pequenos. Eu também comecei a notar que Ick passeava no meu quarto quando eu o deixava por qualquer período de tempo, reorganizar minhas coisas e cobria algumas coisas. Ele estava até começando a parecer mais realista, de alguma forma. Na luz certa seus dentes pareciam brilhar, e ele era quente ao toque. Por mais que ele me assustava, eu não conseguia juntar coragens de simplesmente destruí-lo, sabendo perfeitamente bem em que situação isso me deixaria. Então eu fui na coleta de dentes por Ick por toda a escola e na faculdade. Quanto mais velho eu fico, mais coisas que eu temo, mais dentes são necessário para Ick me manter seguro.

Agora tenho 22 anos, com um trabalho decente, meu próprio apartamento, e um conjunto de dentaduras. Faz quase um mês desde a última refeição de Ick, e o terror está começando a me cercar novamente. Eu tomei um desvio para a garagem depois do trabalho nessa noite. Encontrei um homem atrapalhado com sua chave do carro. Seus dentes estavam amarelados de uma vida inteira de café e cigarros. Mesmo assim, eu tive que usar um martelo para arrancar os molares. Quando voltei para meu apartamento, ele estava me esperando. No teto, na quina da parede. Dois olhos brancos e dentes de navalha.

"O quanto você me ama?” Ele perguntou.

"Mais do que tudo" Eu falei, tirando meu casaco.

"Mais do que tudo no mundo." 





terça-feira, 7 de maio de 2013

Mansão Macabra

Segundo a historia, o senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho). Nancy era uma garota tímida, porém, muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir às agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja"... Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Jeff o Assassino e Janne a Assassina! CreepyPasta!

Será que Jeff encontrou uma parceira?? Será??  SHHHHHHH GO TO SLEEP!!




Jeff, O Assassino! A Queda. CreepyPasta!

                                                              Shhhhhhhhh go to sleep!!!







Jeff esta de volta! CreepyPasta

Olá minhas cobais hj eu trago mais um video de Jeff o Assassino espero que gostem..... Ahh e oq é aquilo atras de vc.... Shhhhh go to sleep!




domingo, 5 de maio de 2013

Jeff o Assassino. CreepyPasta!

Hoje teremos a CreepyPasta Jeff  The Killer: O Assassino... Tomarem que gostem minhas cobais do medo!




sábado, 4 de maio de 2013

#LIVEDOTERROR

Não fique sozinho.... Venha para a #LIVEDOTERROR do AmbuPlay



Videos....

Pessoal nesse final de semana só irei postar videos do canal AmbuPlay , pq eu estou na casa da minha tia e as histórias e imagens que eu tenho ficou tudo no outro computador na minha casa então me desculpem.... Mais eu prometo que os videos que eu postar serão muito legais! Então bjuuuuuuss e fui!

Paralisia do sono...


terça-feira, 30 de abril de 2013

Uma sombra..... Somente uma sombra!

Um menino e uma menina se conheceram pela internet , porém nunca tinham se visto nem pela Web , nem pessoalmente , certo dia eles decidiram ligar a Web para se verem pela primeira vez , eles conversaram por muitas horas , só que tinha uma certa sombra obscura atrás da menina , o menino muito incomodado com isso , perguntou :
-Oque é isso atrás de você ?
Quando a menina se virou para olhar essa " certa " sombra cortou o pescoço dela , lentamente a sombra sentou na cadeira , o menino tentou desligar a Web porém não conseguiu , a sombra digitou :
-"Oque é isso atrás de você ? "
Quando o menino se virou , algo o matou .
Agora eu que te pergunto :
-Oque é isso atrás de você ?

As flores da morte.

Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada.
Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte.
Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como "mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração.
Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos.
A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.

domingo, 28 de abril de 2013

Pagina no face

Para quem não sabe eu tenho uma pagina no facebook, o nome dela é Medo.... Deixarei o link aki quem quiser visite ela eu agradeceria mtmtmtmt msm, e se gostarem da pagina deixem seu curti la bjuuuuusss e fui!


http://www.facebook.com/pages/Medo/480481235348354?ref=hl

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A casa sem fim. Parte: 3 Final!!!

Cambaleei através da porta mentalmente exausto e fisicamente fraco. A porta atrás de mim se fechou, e eu me toquei de onde estava. Eu estava fora. Não fora como no quarto 5, eu estava realmente lá fora. Meus olhos ardiam. Eu queria chorar. Cai de joelhos e tentei, mas não consegui. Eu estava finalmente fora daquele inferno. Nem sequer me importava com o prêmio que foi prometido. Me virei e vi que porta que eu tinha acabado de atravessar era a entrada. Andei até o meu carro e dirigi para casa, pensando em o quão bom seria tomar um banho.

Assim que cheguei em casa, me senti desconfortável. A alegria de deixar a Casa Sem Fim tinha sumido, e um temor crescia lentamente em meu estômago. Parei de pensar nisso e fiz meu caminho para a porta da frente. Entrei e imediatamente subi para o meu quarto. Eu entrei lá e na minha cama estava meu gato Baskerville. Ele foi a primeira coisa viva que eu vi aquela noite, e fui fazer carinho nele. Ele sibilou e bateu na minha mão. Recuei em choque, ele nunca tinha agido assim. Eu pensei "tanto faz, ele é um gato velho". Fui para o banho e me aprontei para o que eu esperava ser uma noite de insônia.

Depois do meu banho, fui cozinhar algo. Desci as escadas e me virei para a sala de estar, e vi o que ficaria para sempre gravado em minha mente. Meus pais estavam deitados no chão, nus e cobertos de sangue. Foram mutilado ao ponto de estarem quase identificáveis. Seus membros foram removidos e colocados do lado dos seus corpos, e suas cabeças em seus peitos, olhando para mim. A pior parte eram suas expressões. Eles sorriam, como se estivessem felizes em me ver. Vomitei e comecei a chorar lá mesmo. Eu não sabia o que tinha acontecido, eles nem sequer moravam comigo. Eu estava confuso. E então eu vi. Uma porta que nunca esteve lá antes. Uma porta com um grande 8 riscado com sangue nela.

Eu continuava na casa. Estava na minha sala de estar, mas ainda assim, no quarto 7. O rosto dos meus pais sorriram mais assim que eu percebi isso. Eles não eram meus pais, não podiam ser. Mas pareciam exatamente como eles. A porta marcada com um 8 estava do outro lado, depois dos corpos mutilados na minha frente. Eu sabia que tinha que continuar, mas naquele momento eu desisti. Os rostos sorridentes acabaram comigo, me seguravam lá onde eu estava. Vomitei novamente e quase entrei em colapso. E então, o zumbido voltou. Estava mais alto do que nunca, enchia a casa e tremia as paredes. O zumbido me obrigou a andar. Comecei a andar lentamente, indo em direção a porta e aos corpos. Eu mal conseguia ficar em pé, ainda mais andar, e quanto mais perto eu ia dos meus pais, mais perto do suicídio eu estava. As paredes agora tremiam tanto que parecia que desmoronariam, mas ainda assim os rostos sorriam para mim. Cada vez que eu me movia, os olhos me seguiam. Agora eu estava entre os dois corpos, a alguns metros da porta. As mãos desmembradas rastejaram em minha direção, o tempo todo os rostos continuavam a me olhar fixamente. Um novo terror tomou conta de mim e eu andei mais rápido. Eu não queria ouvir eles falarem. Não queria que as vozes fossem iguais a dos meus pais. Eles começaram a abrir suas bocas, e agora as mãos estavam a centímetros dos meus pés. Em um movimento desesperado, corri até a porta, a abri, e bati com ela atrás de mim. Quarto 8.

Eu estava farto. Depois do que acabara de acontecer, eu sabia que não tinha mais nada que essa porra de casa pudesse ter que eu não pudesse sobreviver. Não havia nada além do fogo do inferno que eu não estava preparado. Infelizmente eu subestimei as capacidades da Casa Sem Fim. Infelizmente, as coisas ficaram mais perturbadoras, mais terríveis e mais indescritíveis no quarto 8.

Eu continuo tendo dificuldade me acreditar no que eu vi na sala 8. De novo, o quarto era uma cópia do quarto 6 e 4, mas sentado na cadeira normalmente vazia, estava um homem. Depois de alguns segundos de descrença, minha mente finalmente aceitou o fato de que o homem sentado lá era eu. Não alguém que parecia comigo, ele era David Williams. Me aproximei. Eu tinha que dar uma olhada melhor, mesmo tendo certeza disso. Ele olhou para mim e notei lágrimas em seus olhos.

"Por favor.... por favor, não faça isso. Por favor, não me machuque."

"O que?" Eu disse. "Quem é você? Eu não vou te machucar."

"Sim, você vai" Ele soluçava agora. "Você vai me machucar e eu não quero que você faça isso." Ele colocou suas pernas para cima na cadeira e começou a se balançar para frente e para trás. Foi realmente bem patético de olhar, principalmente por ele ser eu, idêntico em todos os sentidos.

"Escute, quem é você?" Eu estava agora apenas a alguns metros do meu doppelganger. Foi a mais estranha experiência que eu tive, estar lá falando comigo mesmo. Eu não estava assustado, mas ficaria logo. "Por que você-?"

"Você vai me machucar, você vai me machucar, se você quer sair você vai me machucar"

"Por que você está falando isso? Apenas se acalme, certo? Vamos tentar entender isso e-" E então eu vi. O David sentado lá estava usando as mesmas roupas que eu, exceto por uma pequena mancha vermelha bordada em sua camisa com um número 9"

"Você vai me machucar, você vai me machucar, não, por favor, você vai me machucar..."

Meus olhos não deixaram o pequeno número no seu peito. Eu sabia exatamente o que era. As primeiras portas foram simples, mas depois elas ficaram mais ambíguas. 7 foi arranhada na parede pelas minhas próprias mãos. 8 foi marcada com o sangue dos meus pais. Mas 9 - esse número era uma pessoa, uma pessoa viva. E o pior, era uma pessoa que parecia exatamente comigo.

"David?" Eu tive que perguntar.

"Sim... você vai me machucar, você vai me machucar..." Ele continuo a soluçar e a se balançar. Ele respondeu ao David. Ele era eu, até a voz. Mas aquele 9. Eu andei por alguns minutos enquanto ele chorava em sua cadeira. O quarto não tinha nenhuma porta, e assim como o 6, a porta da qual eu vim tinha sumido. Por alguma razão, eu sabia que arranhar não me levaria a nenhum lugar dessa vez. Estudei as paredes e o chão em volta da cadeira, abaixando a minha cabeça e vendo se tinha algo embaixo dela. Infelizmente, tinha. Embaixo da cadeira tinha uma faca. Junto com ela tinha uma nota onde se lia: Para David - Da Gerência.

A sensação em meu estômago quando eu li a nota foi algo sinistro. Eu queria vomitar, e a última coisa que eu queria fazer era remover a faca debaixo da cadeira. O outro David continuava a soluçar incontrolavelmente. Minha mente girava em volta de questões sem respostas. Quem colocou isso aqui e como sabiam meu nome? Sem mencionar o fato de que eu estava ajoelhado no chão frio e também estava sentado naquela cadeira, soluçando e pedindo para não ser machucado por mim mesmo. Isso tudo era muito para processar. A casa e a gerência estavam brincando comigo esse tempo todo. Meus pensamentos, por alguma razão, foram para Peter, e se ele chegou tão longe ou não. E se ele chegou, se ele conheceu um Peter Terry soluçando nesta cadeira, se balançando para frente e para trás. Eu expulsei esses pensamentos da minha cabeça, eles não importavam. Eu peguei a faca debaixo da cadeira e imediatamente o outro David se calou.

"David," ele disse na minha voz, "o que você pensa que vai fazer?"

Me levantei do chão e apertei a faca na minha mão.

"Eu vou sair daqui."

David continuava sentado na cadeira, mas estava bem calmo agora. Ele olhou pra mim com um sorriso fraco. Eu não sabia se ele iria rir ou me estrangular. Lentamente ele se levantou da cadeira e ficou de frente para mim. Era estranho. Sua altura e até a maneira que ele estava eram iguais a mim. Eu senti o cabo de borracha da faca na minha mão e apertei ela mais forte. Eu não sabia o que planejava fazer com isso, mas sentia que eu ia precisar dela.

"Agora" sua voz era um pouco mais profunda que a minha. "Eu vou te machucar. Eu vou te machucar e eu vou te manter aqui" Eu não respondi. Eu apenas o ataquei e o segurei no chão. Eu tinha montado nele e olhei para baixo, faca apontada e preparada. Ele olhou para mim apavorado. Era como se eu estivesse olhando para um espelho. E então, o zumbido retornou, baixo e distante, mas ainda assim eu o sentia no meu corpo. David olhou mim e eu olhei para mim mesmo. O zumbido foi ficando mais alto, e eu senti algo dentro de mim se romper. Com apenas um movimento, eu enfiei a faca na marca em seu peito e rasguei. A escuridão inundou o quarto, e eu estava caindo.

A escuridão em volta de mim era diferente de tudo que eu já tinha experimentado até aquele ponto. O Quarto 3 era escuro, mas não chegou nem perto dessa que tinha me engolido completamente. Depois de um tempo, eu não tinha nem mais certeza se continuava caindo. Me sentia leve, coberto pela escuridão. E então, uma tristeza profunda veio até mim. Me senti perdido, deprimido, suicida. A visão dos meus pais entrou na minha mente. Eu sabia que não era real, mas eu tinha visto aquilo, e a mente tem dificuldades em diferenciar o que é real e o que não é. A tristeza só aumentava. Eu estava no quarto 9 pelo que parecia dias. O quarto final. E era exatamente o que isso era, o fim. A Casa Sem Fim tinha um final, e eu tinha alcançado isso. Naquele momento, eu desisti. Eu sabia que eu estaria naquele estado pra sempre, acompanhado por nada além da escuridão. Nem o zumbido estava lá para me manter são. Eu tinha perdido todos os sentidos. Não conseguia sentir eu mesmo. Não conseguia ouvir nada, a visão era inútil aqui, e eu procurei por algum gosto na minha boca e não achei nada. Me senti desencarnado e completamente perdido. Eu sabia onde eu estava. Isso era o inferno. O Quarto 9 era o inferno. E então aconteceu. Uma luz. Uma dessas luzes estereotipadas no fim do túnel. Então eu senti o chão vir até mim, eu estava em pé. Depois de um momento ou dois para reunir meus pensamentos e sentidos, eu andei lentamente em direção a essa luz.

Assim que eu me aproximei da luz, ela tomou forma. Era uma luz saindo da fenda de uma porta, dessa vez sem nenhuma marca. Eu lentamente andei através da porta e me encontrei de volta onde eu comecei, no lobby da Casa Sem Fim. Estava exatamente como eu deixei. Continuava vazia, continuava decorada com enfeites infantis de Halloween. Depois de tudo o que aconteceu aquela noite, eu continuava desconfiado de onde eu estava. Depois de alguns momentos de normalidade, eu olhei em volta tentando achar qualquer coisa diferente. Na mesa estava um envelope branco com o meu nome escrito nele. Muito curioso, mas ainda assim cauteloso, juntei coragem para abrir o envelope. Dentro estava uma carta escrita à mão.

David Williams,

Parabéns! Você chegou ao final da Casa Sem Fim! Por favor, aceite esse prêmio como um símbolo da sua grande conquista.

Da sua eterna,
Gerência

Junto com a carta, tinham cinco notas de 100 dólares.

Eu não conseguia parar de rir. Eu ri pelo que pareceram horas. Eu ri enquanto andava até o carro e ri enquanto dirigia pra casa. Eu ri enquanto estacionava o carro na minha garagem, ri enquanto abria a porta da frente da minha casa e ri quando vi um pequeno 10 gravado na madeira.